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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bingo Global


Segundo Luiz Gonzaga Belluzzo

Luiz Gonzaga Belluzzo é economista e professor, consultor editorial de CartaCapital, no primeiro trimestre de 2007 o estoque total de endividamento do setor não financeiro nos Estados Unidos chegou a mais de 35 trilhões de dólares, ou seja, mais do que o dobro do PIB. Esta cifra inclui, além do endividamento privado – sobretudo as famílias –, o débito público total, federal, estadual e municipal e o passivo financeiro das agências públicas encarregadas de bancar o financiamento da aquisição da casa própria. Mais impressionante foi o crescimento da dívida intrafinanceira: às vésperas da crise, o endividamento entre as instituições financeiras chegou a 120% do PIB, fruto das imprudências da alavancagem e da criatividade das inovações engendradas pelos gênios da finança.



Banda cambial I – O banco Marka ficou insolvente porque apostou na <> em 1999.
Banda IOF – De 1% a 25%. Ponto de inflexão.
Banda Cambial II – Há um excesso de dólar vendido no mercado futuro, o que leva à <>.
Banda do Bingo I – Fundos de pensão nos Eua, Grã Bretanha, Australia, Holanda e Suiça já tem ativos superior a 100% – cem – do PIB, os novos donos das empresas, dividas e do mundo.
Banda do Bindo II – No Brasil o foco é colocar a previdencia publica para escanteio e os FP saltarem dos 17 para 40% do pib. Mais dinheiro para apostar e <> dos dividendos de aposentadoria.
Banda do Bingo III – US$750 tri em derivativos contra US$65 tri de PIB global com < > todo mundo ralando o ano inteiro. Impossivel pagar qualquer divida. Impossivel remunerar o capital.
Banda 2014 – Se o IOF do Mantega for para a economia real/social, beleza. Ele é o novo presidente. Se não, vai voar – de novo – cacos de ministro e ancora cambial.

Saberemos se o ministro das finanças do PT pode ser melhor que o do PSDB.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ultima fronteira agricola

Frente Parlamentar de Apoio ao Executivo e Profissional Experiente Pós 40 anos

- Data: 26 de agosto de 2011 - sexta-feira
- Horário: 19 às 22h
- Local: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
Auditório - Franco Montoro
Av. Pedro Álvares Cabral, Sala 201 - Ibirapuera
Anexo - Andar Monumental
São Paulo - SP

E daí? O que podemos tirar de bom disto?

Nos últimos 5 anos, enquanto os bancos de todo o mundo e de Wall Street foram implodindo, enquanto cerca de US$ 40 - US$50 trilhões de capital foi sendo destruída nos mercados de ações globais, um mercado financeiro continuou a crescer. Esse mercado é o mercado de derivativos financeiros.

Derivativos ---> Futuro---> Aposentadoria.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou dia 27, duas novas medidas na área cambial para evitar movimentos especulativos no mercado de derivativos, de forma a conter a queda dólar e evitar a sobrevalorização do real.

Com a MP 539/11 e do decreto 7.536/11, publicados no DOU, as instituições financeiras que tiverem posição vendida de dólar no mercado futuro maior do que a comprada pagarão 1% de IOF sobre a margem excedente, ou seja, sobre o valor de face da operação. Esse percentual poderá chegar a até 25%, a critério do governo.

"Se a instituição comprou US$ 500 milhões e vendeu US$ 1,5 bilhão, a taxação do IOF será sobre R$ 1 bilhão, que é a diferença. Ela está numa posição vendida adicional", disse como exemplo.

Segundo o ministro, a medida está sendo adotada em função do excesso de dólar vendido no mercado futuro - cerca de US$ 24 bilhões - que gera movimentos especulativos e, consequentemente, impacto no câmbio. "[Os especuladores] estão apostando que o dólar vai se desvalorizar ou que o real vai se valorizar e eles ganham quando isso acontece. É como se você exercesse uma pressão vendedora", apontou.

Ok. Legal.

Todo governo é multiciplinar por excelência mas o mercado de derivativos impacta todo o tecido social, logo as demais cadeiras do Governo Dilma - hoje vazias em favor da fazenda/finanças - devem puxar a sardinha para sua brasa e taxar o mercado de derivativos para TODAS as operações de derivativos, e não apenas câmbio. Com isso direcionar as sardinhas para todas as brasas, móra. Incluindo, claro, um percentual para a seguridade social para diminuir, não aumentar, a idade de aposentadoria, por um motivo bem simples. Ócio criativo.

Para onde vai a taxação do mercado de derivativos hoje?

Quanto que a previdencia precisa para assegurar a redução da taxa de aposentadoria?
A partir desta conta determinamos a taxa de IOF sobre todas as operações de derivativos, a examplo da taxação da mistura de etanol a gasolina, que no pais ja variou de 18 a 42%.

A relação robô/empregado na fabrica da Apple é 0,01 e vai subir para 100 em menos de cinco anos. Mão de obra deixou de ser barata na ultima fronteira, depois de passar por todos os tigres asiaticos, a China, dai a Apple vir para jundiaí criar poucos empregos humanos em muitos rototizados no médio prazo. Juntar o conceito Apple com e-ecommerce e ERP automatizados - ja começou - esta criando um legião de desocupados no centro da cebola. Os ex-trabalhadores do conhecimento. Mais conhecidos como apertadores de botão.

De acordo com o Bank for International Settlements [BIS], o global Over the Counter [OTC] mercado de derivativos cresceu quase 65% de 414.8 trilhões dólares em dezembro de 2006 para 683,7 trilhões de dólares em junho de 2008.

Mesmo que tenham retraido o pib global, o mercado de derivativos continuou crescendo, logo, trilhões só fazem sentido se estiverem no nosso bolso.


É para isso que foi criado a Frente Parlamentar da Abepex.

Equanto isso, a previdencia privada tenta jogar a publica para escanteio, quando deveria ser complementar a publica, ja que os ativos de fundos de pensão nos EUA, Australia, Holanda, Suiça, Reino Unido superam seus respectivos PIB´s em 104, 103, 134, 126 e 104%, um tendencia crescente em outros paises, fato decisivo para ampliação do mercado expeculativo de derivativos sem cumprir seu papel social - remunerar os dividendos de aposentadoria de pobres, ricos, com ou sem escola, dado a dificuldades que estes paises com excedente de capital - na forma de ativos de fundos de pensão - possuem para remunerar o mesmo, sendo necessário e urgente novos hubs financeiros e produtivos ao redor do planeta, direcionando remuneração taxação do mercado de derivativos para a economia real social, a exemplo da ação 1.0, embora incompleta, do ministro da Fazenda, mas que tem o mérito de indicar o caminho das pedras, ja que o Brasil no governo Dilma, se consolida como a última fronteira agricola e produtivas do planeta, somado à vizinha Africa, ultima fronteira do desenvolvimento sustentavel.


O recente embrólio da divida norte-americana na versão 2.0 e uma 3.0 em vista, sinaliza a limitação de um hub financeiro - Wall Street - que não produz capital para pagar dividas, muito menos remunerar as expectativas de ganhos internos e externos.

pagina 15:

http://www.bookess.com/read/9064-emeg/



http://www.bis.org/statistics/derstats.htm -->

http://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_mktp_cd&tdim=true&dl=pt-BR&hl=pt-BR&q=pib+global#ctype=l&strail=false&nselm=h&met_y=ny_gdp_mktp_cd&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=country&ifdim=country&tdim=true&hl=pt_BR&dl=pt_BR

sexta-feira, 6 de maio de 2011

What effects do you think that Osama Bin Laden's death will have the world energy markets?

In the short term history - the long, economical.

The world less neurotic increases the overall energy consumption and creates another challenge.

The natural rate of decline of the wells Requires The discovery of new reserves to meet world demand for oil

This is because, by 2020 Will require current production Will Increase from 43 to 48 MM bpd and 65 to 78 MM bpd in 2030:
 
* 83% of the supply must come from the reassessment of existing reserves and reserves not yet or not yet trading Discovered

* 59% production from undiscovered reserves Discovered or without a development plan

* 13% currently in development with production scheduled for operation short and medium term

* 28% coming from the production revaluations of existing stocks (New Estimates of oil-in-place and Increased recovery factors) 

Continue with higher prices based on demand and not on terror

Marketing is everything and everything is marketing.
An equally famous bearded man, whose body also disappeared, was reason to reset the story to 2000 years ago with undeniable impact on the economy today, after it was years later invented.
Part 1 End of history: the fall of the Berlin wall
End of story part 2: the fall of the first tower of the WTC - 1 hour and 43 minutes
End of History and the Last Man, Part 3: the fall of the second tower of the WTC - 2 hours and 56 minutes
The first famous bearded man took 2011 years to reach 1 / 3 of the planet and reached the second 1 / 1 in 2 hours and 39 minutes.
wiki
The End of History is a theory started in the nineteenth century by Georg Wilhelm Friedrich Hegel and later resumed in the last quarter of the twentieth century, the crisis in the context of historiography and social sciences in general.
This theory holds, as the name suggests, the end of the historical processes characterized as processes of change. For Hegel this would happen when mankind to reach equilibrium, represented, according to him, the rise of liberalism and legal equality, but for an indefinite period to occur.
Resuming at the end of the twentieth century, this theory has already acquired the character of situation occurred because, according to its thinkers, history ended in the episode of the fall of the Berlin Wall. At that time, antagonisms have ended because, since then, there is only one power - the United States of America - and thus a full stability.
The idea resurfaced in an article published in late 1989 with the title "The End of History" [1] and, later, in 1992, with the book "The End of History and the Last Man,  both of the U.S. Francis Fukuyama.
Fukuyama has developed a line of approach to history, from Plato to Nietzsche, through Kant and Hegel's own in order to strengthen the theory that capitalism and bourgeois democracy are the culmination of human history. In his view, after the destruction of fascism and socialism, humanity, at the time, would have reached the pinnacle of its evolution through the triumph of Western liberal democracy over all other competing ideologies and systems. In liberal capitalist opposition to the proposal, there were only traces of nationalism (with no possibility of a project to signify humanity) and Islamic fundamentalism (restricted to the peripheral countries and the East). Thus, before the collapse of socialism, the author concludes that Western liberal democracy has established itself as the final solution of human government, meaning, in this sense, the "end of history" of humanity.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Financials 2020

O setor financeiro já era bastante peculiar "before Inside Job" e continuará assim até que outro segmento corporativo catapulte tal posição, atualmente alterada com frequência apenas com Oil & Gas, um setor equivocadamente classificado pela Forbes The Global 2000  em função do peso econômico do setor fóssil, quando na verdade deve ser apenas Energy, em tempos de combate ao aquecimento global.

Até lá, devemos considerar o impacto do dinamismo do setor financeiro em nossas estratégias devido a frenética mudança de cadeiras ao ritmo de A&F que tornou, ainda que por pouco tempo, o Citigroup maior que todos os seus concorrentes quando atingiu market cap de US$ 251 bilhões, pulverizando as economias dos investidores quando foi reduzido para US$ 5 bilhões em 2008, valor inferior ao bolsa família brasileiro, para em seguida ser socorrido pelo bolsa banco do governo norte-americano, em parte com lastro nos investimentos brasileiros.

Embora o Citi não dorme nunca, alguma coisa mudou na foto oficial de fundo vermelho que passou a contar com alguns bancos brasileiros, novos protagonistas que não desistem nunca e que passam a impor uma nova agenda energética verde.

Enquanto o Goldman Sachs projetou em 2007 que a economia chinesa será maior que a norte-americana em 2027, o BNP Paribas refez os cálculos após a crise de 2008, lançando nova data:

2020. Dois mil e vinte. Daqui duas décadas, o que também significa que qualquer espirro na economia ou do clima,  afetará primeiro os países desenvolvidos e menos provavelmente os países em desenvolvimento focados em conforto, saúde e progresso.

O que chama a atenção nesta sopa de projeções é que a Índia dá um sprint em 2010, três posições atrás do Brasil para ser a maior economia do mundo em 2050 com os brazucas ocupando a 5º posição.

A julgar pelos investimentos brasileiros em capital de giro na economia norte-americana, hoje, e nossa responsabilidade indireta na Lybia, por exemplo, é possível que os indianos tenham puxado a sardinha para si devido as posições importantes que ocupam em empresas e bancos americanos. Sem contar a quantidade de gurus religiosos e de management de classe internacional pela fluência em inglês, produto da colonização inglesa.

Embora os brasileiros não contem com a vantagem liguistica dos indianos mas a expertisse global made in Brazil se manterá em alta pelas próximas décadas no tabuleiros global, o que exige nova postura estratégica criativa das multinacionais presentes ou ausentes país uma vez que as melhores cabeças brasileiras formadas e antes absorvidas no exterior, estão em franco refluxo, um movimento inédito lançado por Lula e continuado pela presidenta  Dilma.

Isto significa que a vantagem competitiva da língua que os indianos herdaram é superada pela fato de que, qualquer que seja a economia líder nas próximas décadas, vai requer energia elétrica e, a julgar que a crise financeira de 2008 precedida por crise energética, o Brasil será a maior economia do mundo, antes de 2020, pois esta melhor posicionado no mundo em commodity  nas próximas décadas.

Atualmente o Brasil forma profissionais em ritmo acelerado e diretores com três anos de experiência concluem projetos bilionários, algo impensável na Europa.
Some-se a isto, a demanda reprimida por CEOs de classe brasileira está elevando a importância de filiais ou a chegada de novas onde as decisões chaves, antes partindo das matrizes, implica na  transferência de algumas matrizes para o Brasil, ao passo que amplia-se a internacionalização de empresas brasileiras consolidando o Brazilian Way of  Management and Life e sem a necessidade de uma Hollywood ou aparato militar.



Facts About Citigroup

Country: United States
Sector: Financials
Industry: Banks
Number of Employees: 263.000

Open jobs: 631

About Citigroup

Citigroup, incorporated in 1988, is a global diversified financial services holding company. Citigroup provides consumers, corporations, governments and institutions with a range of financial products and services. As of December 31, 2009, Citigroup had approximately 200 million customer accounts and did business in more than 140 countries. Citigroup operates through two primary business segments.

Business segments
Citicorp, consisting of its Regional Consumer Banking (RCB) businesses and Institutional Clients Group (ICG), and Citi Holdings, consisting of its Brokerage and Asset Management (BAM), Local Consumer Lending (LCL), and Special Asset Pool (SAP). In April 2010, Barclays PLC acquired Italian credit card business of Citibank International Bank plc. In May 2010, the Company announced the creation of a new Collateral Management Services unit within its Securities and Fund Services business.


Working at Citigroup
One thing that all the people at Citigroup appreciate is the sense of opportunity. It manifests itself in many ways and, when you join Citigroup, you experience it every day. By being part of a truly international business, you will enjoy wide career choices and broad development opportunities. What is more, because innovation is fundamental to Citi Group's success, there is a sense of freedom.

In a genuinely supportive environment, working alongside the top talent in the industry, that does not just mean you have the chance to push boundaries: it gives you the opportunity to break them.

Graduate Programmes

In such a broad business, if you are serious about a career in financial services and have the right attitude and talent to achieve, Citigroup will have a program to match your ambitions. Citigroup offers the following programmes:


Capital Markets Origination - Analyst
The Capital Markets Origination team (Fixed Income Capital Markets and Equity Capital Markets) is focused on raising capital in financial markets for corporate and public sector organisations. CMO originates, structures and executes new issues of capital, provides clients with a range of related services and manages their existing liabilities. These services include secondary trading assistance, real-time market insight, hedging strategies, investor relations advice, regulatory assistance and equity-specific M&amp;A guidance.


Global Transaction Services - Analyst
The GTS Analyst Program gives you a unique experience and a head start on a career in banking and finance within the EMEA region. The program is structured to ensure you build invaluable business, technical and leadership skills that will help you navigate and thrive in a fast-paced, multi-national corporate environment.

Global Transaction Services - Associate
Citigroup offer a number of diverse opportunities to challenge talented individuals across a broad base of skill-sets within their organisation. This also gives you the opportunity to work within a high performance team and contribute directly to the growth of this exciting business. In order to give you a better understanding of Global Transaction Services (GTS), the GTS Associate Program will run for just over two years. It consists of rotations within product and client sales management, and offers opportunities across the different geographies in EMEA.

Investment Banking - Analyst
Analysts are critical to the success of our investment bank. They provide the foundation for everything we do, from research, valuation and modelling to coordination.


Investment Bank - Associate
Associates are the linchpins of a project team, responsible for everything from the smallest detail to integrating high-level strategy. They will contribute their ideas, impact valuations and help to improve they way we deal with clients. These experiences are the best way to prepare for a future of more senior banking roles.


Citi Private Bank Junior Talent
The programme commences in July with an intensive training course. The programme is interactive, ensuring that you play a full part in the learning process and get the most out of the experience through relevant, stimulating and effective training. Initial training will take place with Analysts from other parts of the bank, including Capital Markets Origination, Investment Banking and Risk to help develop relationships across functions and businesses.

Sales and Trading - Analyst
The full-time Analyst Program commences in September with an intensive training course. The program is interactive, ensuring that you play a full part in the learning process and get the most out of the experience through relevant, stimulating and effective training.


Once you have completed the initial classroom based training, you will join Sales &amp; Trading where you take part in a series of rotations across both Fixed Income and Equities before being finally placed at a desk. This decision is reached through your preferences and the requirements of our business. Citi Group's goal is to ensure that every Analyst is placed in a position that best matches your skill-sets and personal interests with their business needs.

Mathematical Finance Programme
Sales &amp; Trading is heavily dependent on the use of mathematical and quantitative techniques. Innovation and excellence are driven by the use of new knowledge and new techniques that come both from within finance and from the wider academic arena. Consequently we place a great emphasis on attracting people to the firm who have very strong mathematical and analytical skills. The Markets Mathematical Finance Programme gives you the opportunity to undertake placements in the following areas: Quantitative Analysis, Structuring and Exotics Trading.


Management Associate Programme in Consumer Banking
Citi offers a spectrum of financial needs: credit cards, retail banking and consumer finance serving more than 15 million accounts with a variety of quality products and services delivered through 5,300 locations, as well as around the clock internet and telephone banking. Citi Group's established local and global presence means their customers can make transactions both in a single country and across regions.


 































Financials Sector











 

terça-feira, 22 de março de 2011

Plutonomy


Equilibrio conflita com desequilibrio.

Essa profunda descoberta implica naturalmente em menos oportunidades derivadas das assimetrias de mercado, começando por inside information sobre a situação de Napoleão, trazida por pombos para o velho Reuters, às descobertas dos hábitos de consumo em redes sociais, logo, é natural contrariedades em relação à tendência ao equilibrio originadas no status quo, oposta à equidade das conquistas da livre iniciativa versus o socialismo,dito como sendo contrario à natureza das coisas, mas, o equilibrio é apenas uma fase obrigatória que antecede outro desequilibrio.

Equilibrio também remete à socialismo, esquerda ou consolidadação da democracia, outra forma de equilibrio conflitante e também outro nome pouco original para cruzada.

Por falar cruzadas, o Citi perdeu o foco ao abordar a luta de classes e o levante dos camponeses por distribuição de renda mais equitativa como se isto fosse de fato uma meta e com isto promover seu interesses porque embora 1% pessoas controlam o mundo, os bancos controlam 100% destas.

Distribuição de renda? Tolice.

O desejo por distribuição de renda anunciado pelo Citi é uma forma de substimar a inteligencia básica dos camponeses para ofuscar os interesses dos bancos no controle pleno que exercem sobre a vida dos bacanas e destinação que dão a suas riquezas sejam ricos/milionários/bilionários, frente a incapacidade de criação da verdadeira riqueza escalar que o planeta demanda frente a importância financeira e politica que os bancos alcançaram e sua limitação de faze-la.

A experiencia mostrou que apregoar igualdade eterna rende uma foto na cruz ou uma vaga na cadeia pois o problema não é estar no grupo dos 1% de bacanas ou dos camponeses. A questão é que não "evoluimos" a ponto de sabermos como criar riqueza suficiente para encher o rabo de todo mundo de dinheiro até fartarmos, portanto, a "contenção" e lutas de classes são desculpas, frente a nossa diante da nossa desprezível capacidade de criarmos apenas alguns trocados por ano.

A economia e o pensamento corrente não evoluiram o suficiente para o que podemos chamar de riqueza das nações, passando pelo atendimento satisfatório de todas nossas necessidades basicas, educacionais e as não tão basicas, mas necessárias, sejam elas mesquinhas, gananciosas e regadas pelos ditos "sete pecados capitais" sem que para isso tenhamos que sofrer com algum tipo de constrangimento de natureza inquistória como se tais "necessidades basicas" não fossem de natureza humana.

Por não evoluirmos na ciencia natural de criação de riquezas e, depois de inumeros fracassos na história recente, delegamos esta missão aos economistas, além de guias plenos do planeta, incluindo temas dos mais diversos, incluindo meio ambiente, no entanto, estes profissionais tem se esbarrados nas limitadas ferramentas e técnicas disponíveis e solicitam mais instrumentos, quando a tarefa é de natureza simples, e com isto fazendo naufragar os sonhos ocidentais e orientais.

Nunca contei, não conheço, mas os economistas afirmam que o planeta tem 7 000  000 000 de pessoas das quais 1% são bacanas e os demais camponeses.

A tal riqueza global, ou Pib gerado pelo trabalho de todos gira em torno de US$ 70 tri/ano e mesmo com um doutorado em economia eu ou você não saberíamos ao certo como o Pib é medido, até porque no Brasil, 50% das pessoas atual na informalidade, mesmo assim vamos em frente.

Pib/bacanas = US$ 70 000 000 000 000 /70 000 000 = US$ 1 000 000. Uma Mixaria. Nem Marx aprovaria o socialismo hoje.

Pib/planeta = US$ 70 000 000 000 000 / 7 000 000 000 = US$ 1000,00 ... :(

Vai enriquecer na cadeia!
Trabalhar não enriquece!

Se alguem se gaba de ser rico, roubou ou saqueou o planeta, pois ainda não temos praticas sustentáveis de desenvolvimento e desenvolvimento sustentavel não é da primeira natureza corporativa - lucros.

Embora a riqueza acumulada possa gerar mais esperanças de acesso a riqueza pelos não bacanas, é importante destacar que a mais recente, catastrófica, porém interessante expectativa mensurável surgiu com os sub-primes onde se podia financiar mais de 90% por cento de um imóvel, quando deveria ser possivel um financiamento de 100%. O que faltou foram derivativos mais complexos e capacidade computacional para processa-los, incluindo a inadiplencia, ja que todos, sem excessão, bebem, comem e cagam,amam e odeiam, inclusive os investidores e operadores do mercado e alguém tem que fazer o trabalho sujo, portanto, movimentar a economia.

Embora fosse necessario que arrebentassemos a economia para preservar o status quo dos 1% da população, os derivativos, ao menos por pouco tempo, apontou para onde devemos ir, trabalho iniciado pelos engenheiros e matemáticos no pós-guerra fria e pilotados de forma desastrosa pelos economistas.

Economia, analise de crédito e outras bobagens não existiam a 1000 anos atrás. Precisamos de novos pilotos.

Voltando à vaca fria, o mercado de derivativos globais da ordem de US$750 tri deriva da riqueza real/social acumulada ao longo da história econômica recente, limitada em 2000 anos pelo calendario dominante:

Derivativos/bacanas = U$ 750 000 000 000 000 / 70 000 000 = US$ 10 714 285,7. Meréca!

Melhorou mas ainda é uma mixaria, pois é menos que o valor de uma casa de bacana.

Derivativos/planeta = US$ 750 000 000 000 000 / 7 000 000 000 = US$ 10 714,28

Xiiiiiiiii. Ferrou. Ficar rico? só roubando!

Férias definitivas para os economistas.

Enquanto isso, até 2052, só nos EUA, de US$41 a US$ 136 tri vão mudar de mãos por bem ou na mão grande, do contrário, temos que encontrar meios de gerar uma economia (até que alguém invente um termo melhor) de forma que um milionário seja alguém que tenha renda de US$1,00/dia e consiga com isto ter um iate, ou produzirmos um montante para que o mais pobre do planeta seja um milionário, mesmo sendo budista ou padre.

Um milionário precisa ter capital liquido de no mínimo US$ 1 milhão,logo, a próxima geração de derivativos deve criar riqueza, mantendo a distribuição de renda desigual atual, de no mínimo:

US$1 000 000,00 x 70 000 000 000* = US$ 7.0 × 1016

*: um zero a mais na população para projeções futuras ou provisão para no caso da população atual.

Mas e o eco-chatos? Se o planeta não aguentar, mudamos para a lua ou marte seguindo os passos exploratórios do velho mundo.

Não foi assim que aprendemos?

Foi, mas existe solução melhor.



quarta-feira, 16 de março de 2011

Martin Jacques: Compreendendo o crescimento do Brasil

O Brasil melhorou seu rating junto a IMF vendendo commodities para a China, logo, no pós marolinha e tsunami no Japão suas rotas comercias serão redefinidas.

leia-se: Martin Jacques: Compreendendo o crescimento do Brasil.


sábado, 23 de outubro de 2010

Metodologia Agil para majoração de Créditos de Carbono para uso biocombustiveis líquidos na mitigação de GEEs direta ou por uso evitado

São Paulo, 23 de outubro de 2010.
Metodologia Agil para majoração de Créditos de Carbono para uso biocombustiveis líquidos na mitigação de GEEs direta ou por uso evitado.
Versão: 1.0.1
Autor: José Soares Sobrinho
CNPJ: CNPJ 12 036 302/0001.07
Contato: sobrinhosj@gmail.com +5511 2875 7219 - 7403 0985
 
“Pode ser dito sem grande supersimplificação, que não há países subdesenvolvidos. Há apenas os subadministrados.
Peter Drucker

Histórico:
 
Em 1991 desenvolvemos o mapa Global de Emissões de CO2 em Java, um clone do Map of Market onde percebe-se claramente o peso das emissões dos paises não anexo I como Brasil, China, India, Africa do Sul e Russia entre os maiores emissores de CO2 e a fragilidade do modelo de comercialização de creditos de carbono baseado na responsabilidade seletiva na redução de emissões e que acabou resultando na inserção destes paises no roll de responsaveis por redução mensurável de emissoes de GEEs conforme adoção de metas formais na COP 15, um grande avanço ainda que não tenhamos uma solução clara de financiamento para atingir estas metas, motivo de recriarmos o mesmo mapa, um Gadget com API Google, base para desenvolvimento de metodologia de majoração de créditos de carbono envolvendo uso direto de etanol e geração de energia elétrica e as respectivas formas de financiamentos tendo em virtude de extruturmarmos a engenharia financeira para moermos 30 M tc/safra no Brasil a partir de 2015 para a produção de etanol anidro e energia elétrica.
  
O Brasil não é considerado pais rico/desenvolvido devido aos bolsões de pobreza em extinsão embora seja o 5º maior investidor em titulos do governo dos EUA e domina o ciclo tecnológico e produtivo de biocombustíveis mais avaçado do mundo, notadamente o etanol, além de sistema financeiro robusto para definir e implementar engenharia financeira para seu próprio financiamento e de outros paises, como fez recentemente com o FMI.


Mapa Global de Emissões de CO2 - 2009 (milhões ton CO2)





Fonte:
Banco Mundial:
http://data.worldbank.org/about/country-classifications/country-and-lending-groups
BP Statistical Review of World Energy 2010:
http://www.bp.com/productlanding.do?categoryId=6929&contentId=7044622




O Acordo de Copenhague:


Os Chefes de Estado, Chefes de Governo, Ministros e outros chefes de delegação presentes na Conferência sobre Mudança de Clima de 2009 em Copenhague "tomaram nota" do Acordo de Copenhague, cuja íntegra é mostrada mais abaixo e cujos principais pontos, por item, são assinalados em seguida:


1. O princípio de responsabilidade comum, mas diferenciada, é enfatizado para também reafirmar a necessidade de todos de combater as mudanças do clima. É reconhecida a necessidade de estabilizar a concentração de GEE na atmosfera e reconhecendo-se o ponto de vista científico de redução da elevação de temperatura até 2 graus centígrados, incentivando a ação cooperativa para combater as mudanças de clima;
2. Concordam que grandes cortes nas emissões são necessários de acordo com a ciência e documentação fornecida pelo IPCC. Concordam em alcançar o pico da concentração atmosférica "o mais cedo possível" e que este máximo será atingido mais tarde pelos países em desenvolvimento. Reconhecem que o maior impacto será causado sobre países particularmente vulneráveis
3. A adaptação é necessária, sobretudo em países menos desenvolvidos, em pequenas ilhas, e países da África; Os países ricos devem fornecer os aportes financeiros, recursos tecnológicos e capacidade de empreendimento para apoiar a adaptação em países em desenvolvimento,*¹
4. As Partes do Anexo 1 (do protocolo de Quioto) oferecerão metas de emissão em formulário dado no Anexo 1 abaixo até 31 de Janeiro de 2010. O processo de verificação obedecerá a procedimentos já fixados ou a serem fixados pela Conferência das Partes;
5. Os países "não Anexo I" submeterão suas ações no formato do Anexo 2 abaixo. Prazos de comunicação de dois anos são fixados para comunicações nacionais e inventários. Um processo de avaliação das medidas implementadas, previsto para "consultas internacionais e análises" sob regulamentação clara, deverá assegurar a soberania dos países envolvidos; Quando houver apoio internacional às ações nacionais de mitigação, elas estarão sujeitas a verificações internacionais de acordo com procedimentos estabelecidos pela Conferência das Partes;
6. É reconhecida a necessidade de limitar o desmatamento e a necessidade de financiar as ações neste sentido, inclusive pelo mecanismo dos chamados REDD-plus (sigla em inglês para Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation;. Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), com a adição de programas de conservação e manejo florestal.
7. Estimular o uso de mecanismos de mercado de promover medidas de mitigação, dando especial assistência a países em desenvolvimento;
8. Reunir fundos adicionais para a mitigação com destaque para ações na área de REDD-plus. O objetivo é chegar a 30 US$ bi em 2010/2011 e alcançar 100 US$ bi em 2020. A preferência para as medidas em adaptação será para pequenas ilhas e África. É previsto um fundo multilateral e que boa parte dos fundos serão manejados pelo Copenhagen Green Climate Fund;
9. Um painel de alto nível será criado sob coordenação da Conferência das Partes para articular a reunião desses fundos;
10. Ficou decidido que o Copenhagen Green Climate Fund será estabelecido como uma entidade operacional do mecanismo de financiamento da Convenção, para apoiar projetos, programas, políticas e outras atividade nos países em desenvolvimento relacionados à mitigação, adaptação, infra-estrutura, desenvolvimento e transferência de tecnologia
11. Foi criado um Mecanismo de Tecnológico para acelerar o desenvolvimento tecnológico no sentido de apoiar ações de adaptação e mitigação para orientar países em função de suas capacidades e circunstâncias próprias.
12. A Convenção pede apoio para que o Acordo seja implementado por volta de 2015 e que se considera a possibilidade de estender o objetivo de longo prazo de limtiar o aumento de temperatura global a 1,5 graus Celcius.
13. Foi reconhecido o caso de sucesso brasileiro, uma das mais renováveis matrizes energéticas do planeta e a necessidade de majorar os créditos de carbono ao seu valor mínimo de produção para mitigar 1 ton de CO2 em US$230 e uso direto de biocombustíveis liquidos para mitigar emissões diretas ou evitadas.
14. A Convenção pede apoio para o acordo governamental no qual os créditos de carbono são convertidos em Letras do Tesouro Nacional (LTN 30/45 no Brasil) dos paises emissores de RCEs para usa-las como garantia para obtenção de capital a termo para implementação de projetos de energia limpa uma vez que a carga tributária dos governos é sempre maior que a remuneração dos títulos o que permite aos governos obterem o retorno para remunerar estes títulos na data de sua majoração uma vez que os projetos retornam o capital investido em menor período de amortização.





 
 
Tabela 1: Meta de Emissões Brasileiras (mil t CO2e)Tabela 1: Emissões Brasileiras (mil t CO2e)
Emissões
1994
2005
2007
Cenário Tendencial 2020
Agropecuária
369
480
479
627
Industria e Resíduos
42
55
60
92
Energia
248
347
381
901
Desmatamento
818
1.060
770
1.084
Total Emissões
1.477
1.942
1.690
2.703
Fonte: MMA, MAPA, MME, MF, MDIC, MCT, MRE, Casa Civil
 
Tabela 3: Ações para Mitigação de Emissões até 2020 (mil t CO2 eq)
Ações de Mitigação (NAMAs)
2020 (tendencial)
Amplitude  da redução 2020 (mi tCO2)
Proporção deRedução
Uso da terra
1084
669
669
24,7%
24,7%
Red. Desmatamento Amazônia (80%)

564
564
20,9%
20,9%
Red. Desmatamento no Cerrado (40%)

104
104
3,9%
3,9%
Agropecuária
627
133
166
4,9%
6,1%
Recuperação de Pastos

83
104
3,1%
3,8%
ILP - Integração Lavoura Pecuária

18
22
0,7%
0,8%
Plantio Direto

16
20
0,6%
0,7%
Fixação Biológica de Nitrogenio

16
20
0,6%
0,7%
Energia
901
166
207
6,1%
7,7%
Eficiência Energética

12
15
0,4%
0,6%
Incremento do uso de biocombustíveis

48
60
1,8%
2,2%
Expansão da oferta de energia por Hidroelétricas

79
99
2,9%
3,7%
Fontes Alternativas (PCH, Bioeletricidade, eólica)

26
33
1,0%
1,2%
Outros
92
8
10
0,3%
0,4%
Siderurgia – substituir carvão de desmate por plantado

8
10
0,3%
0,4%
Total
2703
975
1052
36,1%
38,9%
Fonte: MMA, MAPA, MME, MF, MDIC, MCT, MRE, Casa Civil
 
Tabela 4: Reduções propostas nas emissões relativas à tendência (mil t CO2 eq)
 
Tendencial
Hipótese 1
Hipótese 2
 
Valor
2020
Valor
2020
Redução
Valor
2020
Redução
Uso da terra
1084
415
62%
415
62%
Agropecuária
627
494
21%
461
26%
Energia
901
735
18%
694
23%
Outros
92
84
9%
82
11%
Total
2703
1728
36%
1651
39%
Fonte: MMA, MAPA, MME, MF, MDIC, MCT, MRE, Casa Civil
 

  


Portanto, o Brasil possui o sistema financeiro mais robusto/seguro do planeta e expertisse em engenharia financeira para majorar o valor dos créditos de carbono ao preço mínimo de US$230 a RCE com o uso direto de biocombustíveis para mitigar emissões e produção de energia elétrica, o modelo a ser seguido e conduzido na liderança da transição para a economia de baixo carbono principalmente com o uso de biocombustíveis sem impacto na produção de alimentos.