sábado, 17 de outubro de 2009

Segurança Ambiental

Sim.

Certamente na visão de 100%  dos contribuintes do planeta é "natural" que seus representantes ratifiquem o Protocolo de Kioto, certo?

Errado!

É natural, sim, que todos os contribuintes do planeta, através do debate e dos mecanismos democráticos, usem todos os meios disponíveis para que seus representantes ratifiquem o PK, formalizando sustentabilidade como estratégia público/privado.

Os títulos do tesouro dos países que não ratificaram o PK são comprados com dinheiro dos contribuintes destes e de outros países:

Uma empresa sem capital de giro, para continuar funcionando vai ao banco, fundo de investimento e consegue empréstimo se comprovar contra-partida sócio-ambiental, ou, em último caso é vendida para pagar os credores, funcionários e governo.

Os países com economia interna não lucrativa ou sem capital de giro, a exemplo dos EUA com déficit fiscal de US$ 6,6 bi/dia e déficit energético de 12 milhões de barris de petróleo/dia, emitem títulos do tesouro para emprestar dos contribuintes de outros países, com a intermediação do Banco Central, no caso do Brasil, o Bacen.

Para piorar, o Bird e o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetam uma recuperação lenta nos EUA e na maior parte da Europa, e ainda com risco de recaída na recessão e recomendam uma receita que pode matar o paciente:

Os emergentes devem recorrer mais ao mercado interno e ao comércio Sul-Sul para garantir o crescimento econômico na saída da crise, recomendou ontem o presidente do Banco Mundial (Bird), Robert Zoellick.

Ao apontar o mercado interno e o comércio Sul-Sul como solução para os emergentes, Zoellick endossou comentários formulados por economistas do FMI no dia anterior.
Fonte: O Estado de São Paulo (3/10/2009)

Banco Mundial:

A sua missão inicial era financiar a reconstrução dos países devastados durante a Segunda Guerra Mundial.

Atualmente, sua missão principal é a luta contra a pobreza, através de financiamento e empréstimos aos países em desenvolvimento. Seu funcionamento é garantido por quotizações definidas e reguladas pelos países membros.

FMI:

Sua missão é:

  • Promover a cooperação monetária internacional, fornecendo um mecanismo de consulta e colaboração na resolução dos problemas financeiros;
  • Favorecer a expansão equilibrada do comércio, proporcionando níveis elevados de emprego e trazendo desenvolvimento dos recursos produtivos;
  • Oferecer ajuda financeira aos países membros em dificuldades econômicas, emprestando recursos com prazos limitados;
  • Contribuir para a instituição de um sistema multilateral de pagamentos e promover a estabilidade dos câmbios.
  • Promover a cooperação monetária internacional, fornecendo um mecanismo de consulta e colaboração na resolução dos problemas financeiros;
  • Favorecer a expansão equilibrada do comércio, proporcionando níveis elevados de emprego e trazendo desenvolvimento dos recursos produtivos;
  • Oferecer ajuda financeira aos países membros em dificuldades econômicas, emprestando recursos com prazos limitados;
  • Contribuir para a instituição de um sistema multilateral de pagamentos e promover a estabilidade dos câmbios.

Em setembro de 2008, no auge da crise financeira internacional quando o sistema financeiro derreteu - leia-se secou o crédito:

FMI forçou políticas contraccionistas em 31 de 41 economias às quais emprestou dinheiro

6 Outubro 2009

[Paper] "IMF Supported Macroeconomic Policies and the World Recession: A Look at Forty One Borrowing Countries"

[Autores] Mark Weisbrot, Rebecca Ray, Jake Johnston, Jose Antonio Cordero and Juan Antonio Montecino

[Publicação]
CEPR, Outubro 2009

[Classificação JEL]

[Palavras Chave]

O FMI impôs políticas orçamentais e ou monetárias contraccionistas em 31 economias às quais emprestou dinheiro para fazer face à crise financeira. Isto entre as 41 que actualmente têm acordos com a instituição sedeada em Washington. A análise é do Center for Economic and Policy Research, um centro de investigação também sedeado na capital norte-americana. Na nota divulgada esta semana na página do CEPR, Mark Weisbrot, co-diretor, afirma que "mais de uma década depois da crise económica asiática ter chamado a atenção do mundo para enormes erros de política econômica do FMI, o FMI continua a fazer erros semelhantes". Weisbrot salienta ainda que "o FMI aconselha estímulos orçamentais e políticas expansionistas nos países ricos, mas tem uma atitude muito diferente para os países de rendimento médio e baixo".

Os novos planos do FMI são mais audaciosos. Na sexta-feira, o diretor-gerente do Fundo, Dominique Strauss-Kahn, disse que deseja transformar a instituição em uma espécie de banco central global, que estaria sempre pronto para socorrer seus sócios. Mas há dúvidas sobre a capacidade que a instituição teria de exercer esse papel.

Parte do problema é de ordem financeira. Strauss-Kahn reconhece que um esquema desse tipo só teria futuro se ele tivesse mais recursos do que tem atualmente. O Fundo tem cerca de US$ 750 bilhões para emprestar e Strauss-Kahn sugeriu que precisaria de mais de US$ 1 trilhão para assegurar aos países emergentes o nível de conforto que eles gostariam.

Os países em desenvolvimento acumularam nos últimos anos US$ 4,2 trilhões em reservas e acreditam que essa política ajudou a atenuar o impacto da crise sobre suas economias.
Gato escaldado......

Já o valor total de recursos comprometidos apenas pelos contribuintes de 11 países desenvolvidos, onde se originou a crise, para salvar seus bancos da falência e restaurar o crédito chega a US$ 7 trilhões ou 18,8% do Produto Interno Bruto (PIB), revela o Banco de Compensações Internacionais (BIS).


Ou seja, depois de muito esforço, o FMI conseguiu juntar US$ 750 bi insuficiente para acalmar uma marolinha, muito menos a crise iniciada em setembro de 2008, dai vem que, dada a influência que o FMI tem em todas os meios de comunicação devemos sim, usar suas dicas e fazer:

Exatamente o contrário:

Exemplo:

Quando nos recomendam o comércio Sul-Sul, já sabemos. Para isso criamos o Mercosul e mais recentemente a Unasul e vamos sim, estimular o comércio, a integração cultural, energética, logística e tudo o que mais que der no Sul-Sul e, paralelamente, motivados pela economia dow na Europa, Asia e EUA, vamos fazer o memos via Sul-Norte, Sul-Oeste e Sul-Leste, a exemplo da compra da endividada e norte-americana Pilgrim's pela JBS Friboi foi aprovada sem restrições pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
A JBS Friboi anunciou que a venda de quase 30% da subsidiária americana para um não identificado "investidor privado" tornou a aquisição possível. Segundo EXAME apurou, o tal "investidor privado" é, na verdade, bastante público: o BNDES liderou o investimento de US$ 2,5 bi na JBS americana. "A ajuda do BNDES é, sem dúvida, o fator mais importante para a JBS ter feito o que fez nos últimos anos", diz Soummo Mukherjee, analista da agência de classificação de risco Moody's no Brasil.

O mesmo vale para o setor de bio-energia, e etc, e etc, estagnados nos EUA e no velho continente, uma vez que o business-man esta a toda.
Ele é o cara!
Yes we créu!

O Departamento de Justiça dos EUA e os americanos amam os brasileiros. Como sempre, o problema é o fogo amigo!

Capital?

Capital humano com a ajuda do BNDES ou capital privado tem, o importante é colocar no campo "CEO" : sr. Brazuca. Diferencial único!

Sabemos que os EUA é um elefante, e todo elefante com fome se torna uma ameaça e "Fó" tudo onde pisa, daí a contra-partida sócio-ambiental, combinado com a entrada de gestores brazucas na sua economia, estes MBAdos e com o coro grosso depois de trucentas crises.

Não fomos ao Iraque, formalmente não apoiamos a invasão, mas, curiosamente financiamos a invasão e não exigimos nenhuma contra-partido sócio-ambiental, a exemplo de preservação do bioma humano ou bio-diversidade cultural.

Adoro Rock, mas um mundo que só toca Rock é osso!

http://www.youtube.com/watch?v=xrVShsFB40Q&feature=PlayList&p=9151708BD9849B95&index=19&playnext=20&playnext_from=PL

Um reggae vez em quando também faz bem!

http://www.youtube.com/watch?v=hPZDEOcfcUE&feature=related

A ratificação do PK pelos EUA fará toda massa crítica dos seus cidadãos (tudo gente boa) focar em fontes renováveis, a exemplo da crise do petróleo de 1970 (um constrangimento/pressão ?) que forçou os militares pacíficos no Brasil (Ernesto Geisel) a criarem o Pró-álcool, portanto, sustentabilidade, energias renováveis não tem, nunca tiveram e nunca terão conexão com a moderna concepção de meio ambiente.

Ficar fazendo o papel de "bonzinhos pacíficos" não resolve os problemas internos, muito menos externos e interligados, o vácuo de liderança sócio-econômica tem que ser preenchido, sob risco de nova onda recessiva!

Ainda na década de 70 surgiu, mais precisamente em 15 de setembro de 1971, um pequeno grupo de ecologistas e jornalistas levantou âncora no porto da cidade de Vancouver, no Canadá. A Guerra do Vietnã ocupava as manchetes de todos os veículos de comunicação, jovens pacifistas atravessavam todos os dias a fronteira dos Estados Unidos para engrossar a legião de desertores no Canadá, o rock invadia as rádios, o hippismo ditava a moda.

Tudo isso era visível nos tripulantes do "Phyllis Cormack", o pequeno barco de pesca (24 metros) alugado que rumava para Amchitka, nas Ilhas Aleutas, no Pacífico Norte, local de mais um teste nuclear dos Estados Unidos. No mastro da embarcação tremulavam duas bandeiras: a da ONU - para marcar o internacionalismo da tripulação - e outra que unia as palavras "green" e "peace" numa única idéia: a da defesa do meio ambiente e da paz a qualquer preço. O que os movia, mais do que a coragem, era uma convicção: a destruição do planeta pelo ser humano havia chegado ao ponto de ameaçar o presente e o futuro de todos os seres vivos.

Mas isso não era novidade, ao menos 200 anos,ao menos para a velha índia Cree:

"Um dia a terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos nas correntezas dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco -Íris."

Em SP os rios Tietê e Pinheiros estão sendo, lentamente, acordados.....contudo, Sustentabilidade tem a ver com as seguranças:

  1. Segurança energética:
    1. Alguns países interpretam como usar de todos os recursos, inclusive militar, para terem acesso à fontes de energia, mesmo além fronteiras, enquanto que outros focam na inteligência coletiva interna/externa para solucionarem o problema, caso do Brasil, daí a importância Geo-política da ratificação do PK.
    2. Os EUA são, juntamente com o Brasil, um dos maiores produtores de etanol e energia hidrelétrica, mas não deram o mesmo foco à questão, a exemplo da meta de chegarem na Lua, ou seja, os EUA precisam de "ajuda" externa para ajustarem o foco estratégico e não podemos nos negar a faze-lo, juntamente com outras nações e de forma pacífica, orientado por business to business.
    3. Usamos apenas 30% dos recursos hídricos, enquanto que este percentual está se esgotando ou já se esgotou no exterior.
    4. Mais de 80% de nossa energia elétrica vem da água.
    5. Temos a terceira maior fonte de urânio do planeta e posição destacada em reservas de silício, matéria prima para painéis solares.
    6. Temos a melhor base energética do planeta para energia eólica.
    7. Temos as maiores reservas de minério de ferro do mundo.
  2. Segurança social:
    1.  Iniciado com o bolsa família no governo FFHHCC, turbinada no governo LLUULLAA e sustentado pela liderança global em agronegócios.
    2. O Aqüífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo.
    3. O IBGE diz que a população brasileira hoje possui 48,4% (menos de metade) de brancos, 43,8% de pardos, 6,8% de negros e 0,9% de índios. Estes números revelam que cada vez mais construímos uma identidade própria e ultrapassamos a polêmica do passado entre os sociólogos, principalmente aqueles que nos julgavam vítimas de aspectos negativos das "raças inferiores" ainda impregnado em algumas pessoas, mas resquícios e inércia em transformação de um passado que não existe mais.
  3. Segurança ambiental:
    1. Respirar ar de qualidade e beber água de qualidade.
    2. O Tietê e Pinheiros estão dormindo, a exemplo da grande maioria dos rios e córregos das grandes cidades. Ratificar Sustentabilidade como estratégia público/privado é fundamental para reverter o quadro.
    3. Exportamos motores e diesel de qualidade, enquanto que consumimos internamente motores e diesel de qualidade inferior. Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!
    4. Todos os anos 3,5 mil pessoas morrem na cidade de São Paulo (SP) devido à má qualidade do ar. Entre 5% e 10% das mortes consideradas por "causas naturais" na Grande São Paulo são resultados de danos causados pela poluição atmosférica à saúde da população. Até 2040, cerca de 25 mil mortes estarão relacionadas à poluição do ar da região metropolitana de São Paulo.Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    5. O Pré-sal vai exigir mais 200 000 profissionais facilmente treináveis pelo Prominp, que, para fazer frente à necessidade de pessoal qualificado para o setor de petróleo e gás natural, foi estruturado, em 2006, o Plano Nacional de Qualificação Profissional - PNQP, que vem capacitando, por meio de cursos gratuitos, milhares de profissionais em todo o país. Os cursos são de nível básico, médio, técnico e superior, em 175 categorias profissionais ligadas às atividades do setor de petróleo e gás. Estão envolvidas cerca de 80 instituições de ensino em 17 estados do Brasil, com investimentos que chegam à casa dos R$ 300 milhões. Além dos cursos gratuitos, são oferecidas bolsas-auxílio mensais para os alunos desempregados, que variam entre R$ 300 e R$ 900, dependendo do nível de escolaridade, mas aqui a lição de casa é exigirmos, a exemplo de plataformas "state of art", um diesel e motores no mercado brasileiro "state of art".
    6. O Gabrielli, no 10 Encontro Internacional de Energia disse que o problema da poluição em SP (ele reconhece o problema que já é importante) é provocado pelos caminhões velhos e desregulados.
      1. Caminhões novos já - quem é o deputado/senador mais adequado a formalização do Projeto de Lei para renovação da frota nacional como ocorre na Europa e EUA? Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      2. Diesel de qualidade já - quem é o deputado/senador mais adequado a formalização do Projeo de Lei para melhora da qualidade dos combustíveis?Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O Brasil é líder global em sustentabilidade, bio-energia, já fez e continua fazendo a lição de casa. Simples assim.

Isso gera algum constrangimento?

Sim, gera, para quem não fez e nem está fazendo a lição de casa, mas não podemos e nem devemos nos omitir em relação a eles.

O planeta esta esquentando?
Sinceramente não sei!

Uns dizem que sim e outros dizem que não. Pouco importa, pois a mecânica quântica diz que ambos estão corretos.

A distância entre o Sol e nosso planeta é de 150 milhões de quilômetros. Ainda bem, pois a temperatura lá (eu tenho fé) é de 14 999 726,8 ºC, enquanto isso a distancia de Brasília ao centro da Terra é de 6378 km, mesmo assim a temperatura por aquelas bandas é de 5000ºC!

Se correr o bicho esquenta. Se ficar o bicho esquenta. Perto disso, o aquecimento global é trote, mas ainda assim o PK é fundamental para o bom funcionamento dos astros:
  1. o bater das asas de uma borboleta no sul, causa tufão no norte!
  2. as emissões de CO2 no ocidente causa cheias no oriente?
  3. pacifistas omissos no ocidente causam mortes no oriente!
  4. por causa da poluição, meus olhos já lascaram de arder e lacrimejar ao atravessar o viaduto do chá em sampa, logo, o mundo tem que ratificar o PK (ponto de vista pessoal)
É notório que tanto a qualidade de vida quanto a própria continuidade da vida, atualmente com franca redução na taxa de crescimento global (zero em 2066), dependem diretamente do equilíbrio ecológico do meio ambiente. Tal verdade científica foi consagrada pela Constituição Federal do Brasil de 1988, que alçou no artigo 225 o meio ambiente à condição de direito fundamental. O mesmo dispositivo constitucional dispõe que é obrigação de todos zelar pelo meio ambiente – dever que inclui qualquer pessoa, desde os indivíduos até as empresas e o Estado.

Isto posto, minhas sinceras desculpas se o fiz sentir-se constrangido ou entender assim, o que nunca foi nem será meu objetivo, mas em nenhum momento minhas proposições, na verdade extensão do que já existe, são uma inovação minha.
Repito:

Estender o uso de um mecanismo largamente em uso e criados por Bancos, uma vez que estes tem visão mais longa que empresas,  pois, em última instância, são os responsáveis por nossas aposentadorias.

Para exemplificar meu foco em business e não em constrangimento:

2003 - Unibanco investe R$60 milhões Usina Termelétrica Bandeirantes movida á gás de aterro sanitário.
2004 - Inauguração da Usina Termelétrica Bandeirantes ocorreu em janeiro e  contou com a presença da então prefeita Marta Suplicy e da ministra de Minas e Energia, Dilma Roussef.
2007 - Prefeito Gilberto Kassab realiza leilão de créditos de carbono e levanta
R$ 78 milhões com metade para a Bioenergia, empresa que executou o projeto.
2008 -
Prefeito Gilberto Kassab realiza leilão de créditos de carbono e levanta R$ 74,4
milhões com 50% para a Bioenergia, empresa que executou o projeto.

Estes leilões podem continuar enquanto tiver gás para gerar energia limpa, enquanto que o Unibanco tem conta de luz reduzida. O cenário pode ser repetir pelos próximos 10/15 anos.

Defender o PK é defender isso e a vantagem competitiva do Brasil na economia de baixo carbono.

Repare nos múltiplos e alavancagem financeira do empreendimento baseado em Sustentabilidade, diferentemente de subprimes.

Vale frisar que nos últimos séculos foram acumulados riquezas e apenas nos últimos 45 anos, computando os dados do World Bank, apenas em PIB são mais de US$700 tri.
Segundo
Ano passado havia US$167 tri em ativos (riqueza acumulada) que geraram mais de US$650 tri em derivativos descolados da economia social/real exatamente pelo fato desta ser incapaz de remunerar tal montante à contento ou de forma sustentável, uma vez que a economia
real/social pouco ou nada lucrativas (somados dívidas + passivos ambientais) gera por ano US$60 tri, portanto impossível, de remunerar o capital existente, daí, a segunda explicação para a crise global, que poderia ser evitada.

Não havendo capacidade da economia real/social de remunerar o capital existente, o "normal" é acontecer crises "programadas" exatamente pelo esforço exaustivo de se tentar remunerar o capital sem sucesso resultando em crises - leia-se migração "natural" capital dos contribuintes para os sistema financeiro através de "empréstimos compulsórios", afinal, pela lei dos juros (que podem ser negativos também) , criado
por volta de 3000 a.C. e lastreado por grão e prata, o capital deve ser remunerado.

Atualmente o capital pode ser lastreado em tudo, menos sustentabilidade do planeta, o que veio acontecer com a criação dos MDL dentro do PK, portanto, temos um mecanismo de remuneração do capital baseado em sustentabilidade que pode, inclusive, custear as tecnologias de baixo carbono com juros negativos obtendo retorno com os créditos de carbono que suportam múltiplos e alavancagens nunca antes vistos.

Não se espantem, mas já existe empresa para entregar cimento produzido de forma sustentável e de graça em troca dos créditos de carbono.

Em resumo, obrigado pelo seu feed-back para meu ponto de vista manifesto no I Prêmio FEBRABAN de Economia Bancária, um foro democrático onde a FEBRABAN compila o pensamento nacional e internacional para aperfeiçoar o sistema bancário.

http://navnerv.blogspot.com/2009/09/i-premio-febraban-de-economia-bancaria.html
 
Um prêmio para a Economia brasileira. Um estímulo ao estudo das questões relacionadas ao setor bancário e financeiro. A Febraban está lançando o I Prêmio Febraban de Economia Bancária. Um novo e remodelado concurso, com significativa premiação em dinheiro e publicação dos trabalhos vencedores no principal jornal de Economia e Finanças do País, o Valor Econômico.

Neste ano marcado pela crise financeira, a Febraban propõe um amplo e aprofundado debate sobre os principais temas do setor. O I Prêmio Febraban de Economia Bancária selecionará trabalhos nas categorias ('a') dissertações, teses, papers e artigos acadêmicos e ('b') monografias de graduação, nas áreas de Regulação do Sistema Financeiro, Crédito Bancário, Rentabilidade Bancária, Bancarização, Taxas de Juros e Spread.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Baderna em Honduras

Barganha1 - EUA e Polônia ratificam o projeto do escudo antimíssil - 20/08/2008 10h26 o que de imediato enfureceu a Russia.





Barganha 1.1 - EUA cancelam projeto de escudo antimíssil para obter apoio da Russia para invadir Irã.

Barganha2 - Honduras envia soldados ao Iraque fazendo parte da força de coalizão/invazão, portanto, parceiro dos EUA.

Barganha3 - Parceiro baderneiro dos EUA envolve Brasil que apóia baderna.

Barganha4 - EUA condena baderna e negocia ordem com o objetivo de obter apoio do Brasil para invadir Irã e controlar matriz energética.

Claro, Brasil não entra nessa, porque o próximo seria a Venezuela a ser invadida e na sequência o Brasil, mas, aquela putaria na embaixada brasileira tem que acabar!

Ah, essas abelhas iratim cleptoparasitas......

http://www.youtube.com/watch?v=dHpSCHxb780

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Honduras. Esta cinza ou estamos de olhos fechados?

Entrevista - Marco Aurélio Garcia Assessor especial de Lula sustenta que Brasil não se envolveu, e "foi envolvido", na crise

Isabel Fleck

Publicação: 29/09/2009 07:00 Atualização: 29/09/2009 00:58

O governo brasileiro "não se envolveu mas foi envolvido" no conflito entre o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e o governo de fato de Roberto Micheletti. Quem afirma é o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, que classifica até como "discreta" a atuação brasileira no impasse que já dura mais de três meses no país centro-americano.



Sim.Entendo.

Zelaya depois deposto(não importa o motivo) já foi 6 vezes aos EUA.
Zelaya está na embaixada brasileira, enquanto presidentes do Brasil, Honduras - deposto/provisório - negociam pela imprensa!?

Péra lá:

O fato de Zelaya estar em Honduras e na embaixada brasileira não o coloco mais perto de retomar o governo de Hondurar no meio desta bagunça.

O mínimo que o Lula já deveria ter feito é:

  1. Chamar em Brazilia, Zelaya e Roberto Micheletti.
  1. Chama-los na chinca pela mulecagem que estão fazendo na região.

1 - Se os três definirem por eleições em novembro conforme combinado depois do ocorrido, que Zelaya permaneça no Brasil e faço estagio com o Collor que já retomou os direitos políticos por mulecagem local. Depois das eleições, Zelaya volta para Honduras.
2 - Se definirem pela volta de Zelaya para terminar seu mandato, que Zelaya volte com o preto-no-branco definido aqui para não ficar com a palhaçada que vemos diariamente entre árabes e judeus.
3 - Não precisa consultar nem ONU, nem EUA nem niguém porque é treta local e até agora tá todo mundo em cima do muro.
4-Mas, ficar batendo boca-pela tv, radio, internete...Pára!


Aqui não é o oriente médio nem a casa da mãe juana!

Fontes:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/09/29/mundo,i=144981/ENTREVISTA+MARCO+AURELIO+GARCIA.shtml
http://blog.planalto.gov.br/marco-aurelio-garcia-fala-sobre-crise-economica-reforma-do-fmi-e-honduras/trackback/

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O inferno astral dos hidrocarbonetos

O Banco de Compensações Internacionais (BIS) e o Banca D'Italia publicaram o :

Nº. 48


An assessment of financial sector rescue programmes



Fabio Panetta, Thomas Faeh, Giuseppe Grande, Corrinne Ho,
Michael King, Aviram Levy, Federico M Signoretti, Marco Taboga
and Andrea Zaghini



Monetary and Economic Department
July 2009


JEL classification: E58, E65, G14, G18, G21, G28, G32, G34

http://www.bis.org/publ/bppdf/bispap48.pdf



No atual estágio democrático, podemos tecer várias interpretações do mesmo estudo:

Versão do jornal Valor Econômico:

Assis Moreira - 13/Agosto/2009


O valor total de recursos comprometidos pelos governos de 11 países desenvolvidos para salvar seus bancos da falência e restaurar o crédito chega a US$ 7 trilhões ou 18,8% do Produto Interno Bruto (PIB), revela o Banco de Compensações Internacionais (BIS). Os programas de socorro subsidiam de fato instituições grandes e complexas, que justamente estiveram na origem da crise global e que parecem menos inclinadas a usar os fundos levantados para aumentar os créditos para a economia real, diz o estudo feito pelo BIS e pelo Banco da Itália.



Espécie de banco dos bancos centrais, o BIS alerta que as intervenções governamentais podem não ter sido suficientes, pelo menos até agora, para deflagrar um "círculo virtuoso" para os bancos, como reforçar mutuamente o aumento de capital e captação de um lado e dos créditos e lucros de outro. A instituição da Basiléia nota que, entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano, a parte dos fundos dos bancos fornecidas ou garantidas pelos governos reduziu fortemente, mas que isso pode ser "transitório" e alerta que a maioria dos bancos "continua a depender de fundos governamentais".



Até agora, do total comprometido pelos governos, os dispêndios com injeção de capital, compra ou garantia de bônus emitidos pelos bancos e com limpeza de "ativos tóxicos" alcançaram US$ 2,8 trilhões, ou 7,6% do PIB, nos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Austrália, Canadá, França, Itália, Holanda, Suíça, Espanha e Reino Unido.



O tamanho da intervenção foi mais alta no Reino Unido e na Holanda, com os dispêndios já feitos chegando a 44,1% e 16,6% do PIB, respectivamente, onde o sistema bancário é grande em relação à economia real e dominado por grandes instituições que foram afetadas severamente pela crise. A ajuda foi menor em países como Japão (0,1% do PIB) e na Itália (O,6%), onde os bancos são mais concentrados na atividade tradicional de crédito e foram menos atingidos.



O BIS avalia que, no geral, os pacotes de socorro contribuíram para reduzir o risco de falência dos bancos, para benefício dos credores (detentores de bônus e depositantes) e para vendedores de produtos CDS ("credit default swaps", instrumento financeiro utilizado por participantes no mercado de renda fixa para especular ou fazer "hedging" contra o risco de uma empresa deixar de pagar sua dívida). Quanto às emissões de bancos garantidas pelos governos, a instituição da Basiléia aponta efeitos "indesejáveis e distorções". Foram feitas 900 bônus por 140 bancos, totalizando US$ 988 bilhões, para refinanciar débitos que venciam.



Só que os bônus garantidos foram emitidos às expensas de emissões não garantidas. E, sobretudo, a maior parte das emissões ocorreu por parte de grandes bancos, que tiveram de fazer enormes volumes de depreciações ("writedowns"). Para o BIS, isso ilustra subsídios na prática para grandes bancos que provocaram a crise financeira global. Além disso, os bônus garantidos não estimaram os empréstimos para a economia real, ajudando apenas no crédito para outros bancos.



Nesse cenário, o BIS conclui que os empréstimos para empresas e consumidores nos EUA e na Europa continuam baixos. Bancos americanos aumentaram o spread e reduziram a duração das linhas de crédito. Na zona euro, as exigências para empréstimos também aumentaram, o valor e linhas de crédito para empresas diminuíram. "De fato, as condições dos crédito bancários continuam apertadas", diz o BIS. A instituição sugere que os governos comecem a elaborar uma estratégia de saída dos bilionários programas de socorro. Inclusive para evitar que bancos e outras instituições financeiras venham a conceber suas futuras estratégias com a idéia de que vão continuar a se beneficiar de ajuda governamental por mais tempo, à custa de seus concorrentes.



O BIS alerta que as condições do desmantelamento das medidas de socorro terão conseqüências para os bancos. E para o sucesso da estratégia de saída, um elemento central é a retomada do mercado para securitização, que representou fonte "muito importante" de fundos para os bancos até que secassem por causa da crise.



Versão Trainsppotting:

No Brasil, o setor sucroenergético, emprega hoje mais de 840 mil pessoas, envolve 70 mil fornecedores e movimenta R$ 45 bilhões de faturamento bruto por ano. O uso crescente de novas tecnologias nos processos de plantio, colheita e fabricação do etanol e do açúcar, assim como o desenvolvimento de bioprodutos que ampliam a produtividade e reduzem a emissão de gases de efeito estufa, prometem mudar completamente o cenário do setor e promover ainda mais desenvolvimento de forma sustentável.


Muito?

Depende do observador, como diria a Mecânica Quântica.

Observador 1:

Os programas de socorro subsidiam de fato instituições grandes e complexas, que justamente estiveram na origem da crise global e que parecem menos inclinadas a usar os fundos levantados para aumentar os créditos para a economia real, diz o estudo feito pelo BIS e pelo Banco da Itália.


Estas mesmas instituições estão sediadas nos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Austrália, Canadá, França, Itália, Holanda, Suíça, Espanha e Reino Unido e segue o perfil bélico destes países do Ocidente com cidadãos de férias Oriente.


Estados Unidos: 250.000 soldados (invasão) - Iraque -128, 000 atuais (7 / 09)
Austrália: 2.000 soldados - Iraque (retirado 7 / 09)
Reino Unido: 45.000 soldados - Iraque(retirado 7 / 09)
Japão: 600 soldados - Iraque (implantado 1/04-withdrawn 12/08)
Itália: 3.200 soldados (pico implantado 7/03-withdrawn 11/06)
Holanda: 1.345 soldados (implantado 7/03-withdrawn 3 / 05)
Espanha: 1.300 soldados (implantado 4/03-withdrawn 4 / 04)
Canadá: 2000 soldados - Afeganistão
França: 2800 soldados - Afeganistão
Alemanha: 4200 soldados - Afeganistão
Suíça: Braço financeiro

Observador 2:

Toda transferência de renda dos contribuintes dos países citados pelo observadsor 1 são para sustentar os atuais esforços bélicos diretamente e influenciando bancos centrais de outros países, operacionalmente autônomos, a comprarem títulos destes governos.

ONU, organismo internacional instituído com o propósito de manter a paz e a cooperação entre as nações, criada a 24 de Outubro de 1945 e sediada em Nova Iorque.
Desde sua fundação já ocorreram 65 guerras. Com base nas estatísticas e força do hábito, provavelmente Irã e Venezuela serão os próximos alvos, já que estamos falando de 137,6 bilhões de barris de petróleo no Irã, pouco menos que as reservas Iraquianas de 115 bilhões de barris, motivo do último stress nos global, mas, pouco quando comparado aos 1,3 trilhões de barris em reservas globais. Algo como US$89,9 tri, pouco acima de toda riqueza global de US$60 tri gerada por ano na economia real/social, porém, desprezíveis quando é necessário remunerar com juros os mais de US$700 tri em riqueza de PIBs acumulado nos últimos 48 anos uma vez que parte desta riqueza viram derivativos superiores à US$500 tri, totalmente descolados da economia real/social, pois esta não pode remunerar tal liquidez, ou seja, pagar o tributo pela posse do capital.

De novo a mecânica quântica:

Temos infinitos universos paralelos e infinitas economias paralelas.

Nestas economias paralelas vigoram regras, porém, não conectadas à economia real/social e esta não se beneficia dos proventos destas economias virtuais onde a mode principal não são as necessidades humanas, se não o ego superhumano.

Estamos na moderna idade média com os regentes das economias paralelas com status de deuses?

Pouco capital exige pouco remuneração.
Muito capital exige muita remuneração.

Este é o novo paradigma tragicomiconômico.

Os sintomas e reflexos destas economias desproporcionais são manifestas nas economias reais/sociuais, por um detalhe:

Ocorrem transferências direta de renda dos contribuintes da economia real/social na forma de crises financeiras globais programadas/previsíveis em um cenário onde as prerrogativas do jogo fluem respeitando as regras criadas e mantidas pelos bancos centrais autônomos/privados, fruto da classe profissional dominante, os economistas.

O ciclo do pensamento dominante chegou ao fim.

Antes deles, os engenheiros de produção mandavam no mundo quando o foco era atender a demanda por produtos sem qualidade. Depois vieram os engenheiro da qualidade, logo, substituídos pelos marketeiros, que, de todo jeito tentavam provar que o carro amarelo da GM era melhor que o carro amarelo da Ford.


Até que, na década de 70, Israel (braço ocidental no oriente) e países árabes tiveram um bate-boca acalorado por petróleo fazendo os custos globais virarem manchete dos jornais.

Bastou isso para os economistas assumirem o controle do mundo por mais de três décadas.

Finalmente os eco-chatos conseguiram estabelecer sustentabilidade como estratégia público/privado desbancando os economistas, relegados agora, à simples mortais, como são os engenheiros de produção, os doutores da qualidade, os marketeiros e, finalmente, os banqueiros.


E o ponto de inflexão?



Os economistas se tornaram economicamente inviáveis.

Observador 2.1:


O etanol viveu o auge da estagnação no Brasil entre 1986 e 1995, quando o cenário internacional do mercado petrolífero é alterado. Os preços do barril de óleo bruto caíram de um patamar de US$ 30 a 40 para um nível de US$ 12 a 20. Esse novo período, denominado “contra-choque do petróleo”, colocou em xeque os programas de substituição de hidrocarbonetos fósseis e de uso eficiente da energia em todo o mundo. Na política energética brasileira, seus efeitos foram sentidos a partir de 1988, coincidindo com um período de escassez de recursos públicos para subsidiar os programas de estímulo aos energéticos alternativos, resultando num sensível decréscimo no volume de investimentos nos projetos de produção interna de energia.


A oferta de álcool não pôde acompanhar o crescimento descompassado da demanda, com as vendas de carro a álcool atingindo níveis superiores a 95,8% das vendas totais de veículos de ciclo Otto para o mercado interno em 1985, muito parecido com os 90% de carros flex fuel atuais e com mais de 75% dos usuários optando por etanol, seja por lógica (ainda) econômica ou ambiental, uma vez que o etanol é uma fonte infinita de energia, diferentemente das usinas elétricas movidas a carvão, mas que ganharam sobrevida pelos próximos 70 anos ou das refinarias de petróleo neutralizando suas emissões com os uso CCS para captura de CO2 e uso em geladeiras no lugar de HC e CFCs, refrigerantes, breja, estufas, extintores de incêndio ou simplesmente devolver o CO2 excedente para aqüíferos salinos e reservatórios de óleo e gás, estas, as tecnologias comerciais mais recentes e que coexistirão com o etanol e outras fontes energéticas renováveis e em operação na refinaria da Shell em Nederland Chemie BV - Pernis, ou no projeto Vattenfall na Schwarze Pumpe Oxyfiring., planta de geração de energia a carvão.



http://maps.google.com.br/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&geocode=&ie=UTF8&t=k&layer=x&g=Schwarze+Pumpe&ll=51.535071,14.353294&spn=0.011505,0.043945&z=15







Fontes de energia renováveis nunca foram economicamente viáveis, considerando o excesso de liquidez corrente e o peso econômico dos hidrocarbonetos.Basta comparar o valor movimentado pelos dois mercados.

O sucesso de fontes de energias renováveis sempre foi diretamente dependente dos altos preços do petróleo e a descoberta do pré-sal chegou a dar frio na espinha de alguns.

Não, felizmente não é mais assim.

De fato, mantido o viés fóssil, teríamos outra estagnação do Pro-etanol. Embora o setor passe por consolidação com alguma usinas com dificuldades financeiras, a exemplo do setor de proteína animal, isso não é ruim do ponto de vista de novos projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), no âmbito do PK.



Para viabilizar um projeto MDL a premíssa básica é que o projeto em questão não seja economicamente viável!


:|


http://www.youtube.com/watch?v=xn8fOit59vI&eurl=http%3A%2F%2Fwww.nosdacomunicacao.com.br%2Fmultimidia_int.asp%3Fid%3D245%26tipo%3DNR&feature=player_embedded

Em tese e na prática qualquer projeto de etanol é inviável economicamente como citado, ou pelas históricas dívidas e subsídios ao etanol, briga com os usineiros pioneiros, portanto, a matéria prima etanol, e não apenas a geração e co-geração energética, a exemplo da energia proveniente da biomassa, deve ser contabilizado na geração de créditos de carbono.






Em tempos consolidação, falta uma trading brasileira com alcance global considerando os 26,68 bilhões de litros de etanol produzidos em 2009 e que certamente suplanta a comercialização de uma trading global típica que movimenta US$ 8 bilhões, pois o Lula business-man já costurou o fornecimento político de etanol à UE e Américas via África e Caribe, faltando uma trading para escoar o produto em larga escala.


Por tutais!
Esses romanos são uns neuróticos!

Em 1987 foi criado o plano Bresser com algumas prerrogativas gersonianas a exemplo dos planos Collor, Bresser e verão, muito parecido com a tecnologia financeira aplicada para recuperação da economia global no pós-Lehman Brothers Holdings Inc.


Em maio daquele ano, 12 mil pessoas, só no RJ, procuraram a Justiça Federal para moverem ação contra a União para reaverem o desfalque financeiro pois o governo estabeleceu o dia 31 daquele mês, como prazo final para reaverem as perdas contabilizadas na remuneração da poupança.


Efeito escalar.

A correção para o Plano Verão - referente aos saldos existentes em dezembro de 1988 - é de 16,65% e poderia ser pedida até 31 de dezembro de 2008. Já para o Plano Collor 1, a atualização monetária é de 44,80% sobre o saldo existente em abril de 1990. O prazo para entrar com ação vai até 30 de abril de 2010.


Perdas no FGTS resultaram em crescimento escalar de ações levando o governo a contabilizar que era mais viável fazer acordo para remunerar corretamente e coletivamente os donos de 32,2 milhões de contas de FGTS que tinham direito a correção e receberam R$ 39,4 bilhões até 2007, do que brigar na justiça no mano-a-mano, mesmo assim, ainda tramitam na Justiça outras 300 mil ações, cujo valor chega a R$ 15 bilhões pois no 'acordo' o governo aplicou a lei de Gerson, de novo.



Em 2007, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e escritórios de advocacia estimam que as instituições financeiras tenham que creditar nas contas de poupadores cerca de R$ 1,9 trilhão por conta do plano Bresser, certamente mais uma medida interessante de estimulo e recuperação da economia.


Observador 3:


Discurso do presidente Lula na abertura da Assembléia Geral da ONU:
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,confira-integra-do-discurso-de-lula-na-assembleia-geral-da-onu,439777,0.htm


Quero abordar aqui três questões cruciais, que me parecem interligadas, três ameaças que pairam sobre nosso planeta: a persistência da crise econômica, a ausência de uma governança mundial estável e democrática e os riscos que a mudança climática traz para todos nós.


Observador 4:


Toda estratégia global, hoje, é direcionada por questão energética fóssil e se manifesta explicitamente ou se esconde sobre esta bandeira:



1. Persistência da Crise econômica: Diretamente ligado ao financiamento do controle militar de fontes energéticas fósseis existentes e futuras, seja no Irã e Venezuela ou "diplomaticamente" no Brasil.



2. Ausência de governança mundial estável e democrática: A Rio-92, realizada entre 3 e 14 de junho daquele ano, no Rio de Janeiro, reuniu legisladores, diplomatas, cientistas, a mídia, e representantes de organizações não-governamentais (Ongs) de 179 países, num esforço maciço para reconciliar as interações entre o desenvolvimento humano e o meio ambiente. O evento foi realizado por ocasião do 20º aniversário da Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano (1972), a primeira conferência mundial que tratou da natureza, tanto global quanto transfronteira, da degradação e poluição ambientais. De lá para cá já foram despejados algumas toneladas de CO2 por turbinas de avião, até a criação consensual do Protocolo de Kioto por representantes civis dos 179 paises,ai, alguns bonitões, comedores de feijão, liderados J W Bush... Vamos jogar mais algumas toneladas de CO2 para irmos á Copenhagen e Obama não assinar o PK. Qual o fundamento de discutirmos um pós-PK se não assinamos o PK? Sem a assinatura do PK não podemos discutir novas metas!



3. Mudança climática: Aqui o presidente e nós brasileiros vacilamos num ponto, a exemplo da busca tardia das receitas do uso incorreto de indexadores da poupança e FGTS pelo governo nos planos Bresser, Collor e Verão:



1. Causa-nos também profunda preocupação a insuficiência dos recursos até agora anunciados para as necessárias inovações tecnológicas que preservarão o ambiente nos países em desenvolvimento.



A resolução desses e outros impasses só ocorre se as ameaças ligadas às mudanças climáticas forem enfrentadas a partir da compreensão de que temos responsabilidades comuns, mas diferenciadas.



2. A produção de Etanol de 2005 a 2008 já deveria ter sido contabilizada dentro de projeto MDL gerando mais de dois bilhões de euros em créditos de carbono. Não é muito, mas sem dúvida ajuda produtores e os municípios onde se encontram as usinas, além do mercado financeiro, receptivos às criativas e sustentáveis formas de aplicar múltiplos lastreados em sustentabilidade e com maior rentabilidade, o que não ocorre com os derivativos da economia fóssil, principalmente os derivativos baseados em subprime.



Observador 5:



Está na moda fazer inventário de CO2 (o problema) e qual o inventário de etanol (a solução), produzido no Brasil e no mundo para compor projeto MDL e gerar € 2 bi em crédito de carbono?



Ah, mas tem isso, tem aquilo e aquilo outro...

É, mas o brasileiro não desiste nunca!

http://www.youtube.com/watch?v=zJsQR2YMip0

http://www.youtube.com/watch?v=zEWgnDlt0Eg



segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Inteiro Ambiente

Depois de 1970 o termo biotecnologia era utilizado principalmente na indústria de processamento de alimentos e na agroindústria. A partir daquela época, começou a ser usado por instituições científicas do Ocidente em referência a técnicas de laboratório desenvolvidas em pesquisa biológica, tais como processos de DNA recombinante ou cultura de tecidos. Realmente, o termo deveria ser empregado num sentido muito mais amplo para descrever uma completa gama de métodos, tanto antigos quanto modernos, usados para manipular organismos visando atender às exigências humanas. Assim, o termo pode também ser definido como, "a aplicação de conhecimento nativo e/ou científico para o gerenciamento de (partes de) microorganismos, ou de células e tecidos de organismos superiores, de forma que estes forneçam bens e serviços para uso dos seres humanos.

Durante visita ao Centro Tecnológico da Aeronáutica, em junho de 1975, em São José dos Campos, o então presidente General Geisel demonstrou especial interesse nos trabalhos desenvolvidos pelo professor Urbano Ernesto Stumpf sobre a adaptação dos motores para uso da mistura gasolina-álcool e da conversão desses motores para uso exclusivo do álcool. Segundo Stumpf, a impressão que o presidente teve sobre a viabilidade do uso do álcool como combustível foi decisiva para que o governo federal se posicionasse, definitivamente, a favor do Proálcool.

O governo federal instituiu o Proálcool (Decreto nº 76.593, de 14/11/1975), portanto, há mais de três décadas que o Brasil lidera esforços em bio-tecnologia energética, o que permitiu que passássemos com tranquilidade pelas recentes altas do petróleo seguida de crise financeira internacional em 2008.

Efetivamente, a busca por fontes alternativas de energia, a exemplo do etanol no Brasil, não tem, nunca teve e nunca terá nenhuma conotação ambiental, dentro da "morderna" concepção de meio ambiente.

A busca por fontes alternativas de energia está diretamente relacionado à busca do equilíbrio social entre os povos e a não agressão por conta de disputas por fontes energéticas, notadamente o petróleo nas últimas quatro décadas, com isso o inteiro ambiente se beneficia.

Considerando a "amizade incondicional" entre os povos, nós, todos os amigos do planeta que já ratificamos o Protocolo de Kioto, vamos, agora, "colocar no gelo" todos os nossos amigos de países que não ratificaram, ainda, o Protocolo de Kioto, até que o façam, antes da próxima COP15, em dezembro próximo em Copenhage.

Não faremos boicotes comerciais, a exemplo dos impostos ao Brasil e outros países, sobre o mantra "meio ambiente", porque prejudicaríamos nossos amigos, já debilitados pela recente "crise econômica", daí a opção por "coloca-los no gelo", para que concentrem seu foco em conseguir a assinatura do Protocolo de Kioto de seus mandatários, fazendo valer seus anseios, pois, apenas eles podem faze-lo.

Uma vez que os mandatários dos paises retardatários ratifiquem o Protocolo de Kioto, através dos esforços de nossos "amigos no gelo", premissa básica para que o mundo estabelece sustentabilidade social como estratégia governamental, terão feito "a lição de casa" e as amizades serão reestabelecidas com maior, prazer, vigor e solidez que dantes.

A amizade incondicional nunca se rompe. Apenas, quando necessário, "dá um tempo" para que um dos amigos possa fazer a correção de rota e que até então se omitia e que pode ser corrigido em alguns minutos, horas ou em dois meses.