Fazendo escolhas sabendo que se pode fazer escolhas

Sim.Você pode!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

KIOTO15

Mesmo com a polarização entre os do contra ou os pró-Kioto e a ausência de uma canetada global orientada por concesso na implementação da solução, ao menos, temos um viés comum:
A conta do upgrade no modelo de produção e de serviços no planeta e que se expande pelo universo com os cacarecos e sucata espacial é de US$ 45 tri entre 2010 e 2050.
Hoje, para cada watt de energia elétrica usado por computadores pessoais ou servidores state of art que movimentam US$120 tri diariamente ou que armazenam as reservas brasileiras em dólar, 99,999% da energia é perdida na forma de calor e, apenas 0,001% desta energia vira processamento/trabalho.
Este fato é significativamente importante nos países altamente dependentes de fontes de energia elétrica de base fóssil para manter seus servidores em funcionamento e os sistemas de refrigeração obsoletos para retirarem este calor, principalmente quando o custo do petróleo dobra de valor como ocorreu em 2008.
Toda riqueza global tangível, em algum momento sofre alguma securitização convertendo-se em ativos intangíveis. Propriedades, veículos, ouro e etc viram bits, a linguagem dos computadores e da sociedade baseada em informação e conhecimento. Os tais zeros e uns.
A linguagem dos bits converte tudo em 0 ou 1 numa velocidade de 60 vezes por segundo. O mesmo acontece com o sistema financeiro global e a riqueza dos países que sofre abalos significativos quando a velocidade dos bits é inferior á 60 HZ fazendo com que a "percepção do crédito" é mais zeros que uns.
Esta percepção de zeros e uns já existia antes dos computadores, com a diferença que a velocidade era reduzida manualmente, ou, analógicamente para usar o termo técnico correto.
Embora não tenham (ainda) ratificado o KIOTO15, uma alusão à sobre vida AD-infinitum do PK pela ausência de outro Protocolo mais robusto, os EUA, como membro do anexo 1, serão os maiores beneficiário quando o ratificarem embora a sinalização seja o contrário, mas considerando que as opiniões posições de chefes de estado tem mudado recentemente na velocidade dos bits, podemos esperar tudo o que queremos e não apenas o que nos contraria.
O ex-presidente J W Bush tentou explicou o aquecimento global e o protocolo de Kioto, para justificar a não ratificação do PK.

 

O mundo espera ansiosamente a justificativa de Obama para não/ou ratifica-lo, ao contrário de seu antecessor e com uma justificativa plausível, preferencialmente logo após a KIOTO15.

Já foi o tempo em que todos os negócios globais passavam pela intermediação dos EUA. Esta prerrogativa ainda é valida, embora em menor escala, e, ao converterem-se no principal imã de atracão da riqueza global, e gradativamente perder esta posição para outras nações, os EUA e os outros retardatários começam a perceber que, ao se comprometerem com a redução das emissões, via PK primeiramente, não serão eles, os país signatários do PK que financiarão tal empreitada, mas, o mundo e, este já acumulou riqueza de tal maneira que os US$14 tri em PIB norte-americano, embora respeitável, são desprezível frente aos fluxos de capital ou riqueza global acumulada antes dos EUA serem inaugurados.

Ninguém é maluco de investir à juros negativos nos EUA, mas, ao fazê-lo, alimentam dois coelhos com uma cenoura só:

Fazem jus à credibilidade que o "porto seguro" proporciona (sem nos esquecermos "porto seguro" também vira zero e um) e os  melhores retornos ao capital proporcionados por aplicações ponte em outros países como Brasil ou China.

O consumidor médio norte-americano não sabe que abastece seu veículo com etanol brasileiro e nem é avisado pelo vendedor de uma Apple Store que seus i-phones não são produzidos dentro de uma cadeia de produção com manufatura reversa. O mesmo para os i-Phones genéricos, ambos produzidos gerando emissões não controladas.

Embora tenham terceirizado/quarteirizado sua base industrial, ao ratificarem o PK15 ou KIOTO15 e se comprometerem em reduzir suas emissões em 5,2%, tendo como base o ano de 1990, o mínimo que os EUA obterão é 10% à taxas de intermediação do fluxo de capital para reduções "reais" via CCS, etanol e etc, localmente, bem como além fronteiras em suas plantas produtivas, pois o capital necessário passará pelos EUA.

US$4,5 tri para começar. Bem mais que os lucros no Iraque ou de outro modos operandis futuro em outras regiões com geologia parecida.

Já faz tempo que o dólar e outras moedas eram lastreadas em ouro, este também conversível em 0s e1s. Agora, o lastro da moda das moedas é a fé:

"In God We Trust" ou "Deus seja louvado" no Brasil.

A julgar pelos recentes acontecimentos na economia global, Deus também foi digitalizado e virou zero ou um,mesmo assim, precisamos encontrar uma forma de contornar o principal e mais fácil problema para implementar o up-grade:

Custos:

US$45 tri pode ser muito, ou, muito pouco em função do prisma do observador:

O foco deve desviado do custo (o débito de carbono - valor para capturar uma tonelada de carbono ou outros gases GGEs via as novas tecnologias) para o valor da venda: O crédito de carbono.

Em 2007 e 2008 o prefeito Gilberto Kassab realizou dois leilões de CC e levantou mais que o investimento feito em anos anteriores no projeto de geração de energia no antigo aterro sanitário Bandeirante, agora bio-termélétrica.

Com a inauguração da nova bio-termelétrica São João, o prefeito está devendo mais dois leilões em 2009.

Caso o faça via balcão e "muquiado", a ex-prefeita e ex-ministra de Minas e Energia não serão lembradas pela inovação no Bandeirantes e inaugurada por elas em em 2003, mas, pior que isto, os CC continuarão à preços de banana se negociados no balcão diretamente com um banco.

O custo de captura de uma tonelada de CO2, na Shell, é de € 80 a € 100, segundo Graeme Sweeney, vice-presidente executivo da Shell que preside a Zero Emissions Platform (ZEP), um grupo de apoio à CCS que inclui empresas, cientistas e organizações não governamentais.

"O maior desafio diante da CCS não é tanto técnico, mas de percepção", disse Eric Drosin, porta-voz da ZEP, um grupo defensor da CCS. "Apesar da existência e da utilização de vários elementos da CAC há décadas, a tecnologia é praticamente desconhecida entre o publico geral."

[Qual o custo estimado dessa tecnologia no Brasil?

O custo da aplicação da tecnologia conhecida como CCGS-Captura e Armazenamento Geológico de CO2 no desenvolvimento do Pólo Pré-sal da Bacia de Santos está relacionado com os custos adicionais que terão que ser feitos para introduzir nas unidades de produção facilidades para separar o CO2 dos gases produzidos, transportar este CO2, comprimir e reinjetá-lo no próprio reservatório de onde ele foi produzido ou em aquíferos ou cavernas salinos encontrados a grandes profundidades e implantar um sistema de monitoramento que garanta que este CO2 ficará armazenado nestes locais. No momento atual de desenvolvimento, quando os estudos estão em fase ainda muito preliminar é difícil fazer estimativas de custos para aplicação uma determinada tecnologia no desenvolvimento do Pólo Pré-sal da Bacia de Santos

Resposta da Petrobrás à Folha.]

[O problema é mais financeiro do que tecnológico. O CO2 já é injetado na terra há décadas. Inicialmente, isso era feito para ajudar a extrair petróleo. O CO2 entra no reservatório, aumenta a pressão e faz o óleo subir. Na semana passada, uma usina a carvão nos Estados Unidos começou a produzir energia elétrica "limpa" a partir do carvão utilizando CCS. Já se sabe como fazer.

Mas não se sabe como pagar. "O grande desafio é custo. Especialmente na primeira etapa, quando ocorre a separação do CO2 nas fontes. A concentração de nitrogênio [na mistura de gases emitidos pelas usinas] é muito alta. Só algo entre 4% e 15% é CO2, esse processo ainda é muito caro", diz Rafael Bianchini, sócio da Climate Consulting.]

Para piorar, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, criou a taxa carbono que a partir de 2010 o país vai aplicar ao consumo de petróleo, gás e carvão, como parte do plano para combater o aquecimento global, sobre a base de 17 euros a tonelada de CO2 enquanto que o valor do CC está próximo deste valor e sub-valorizado.

O preço do CC deve funcionar como um Câmbio Carbono Fixo/Flutuante, determinando um valor mínimo com base no custo da captura da ton de CO2 nos países que se desenvolveram à base de emissões descontroladas, e, à medida que a produção e desenvolvimento migra para países verdes, fundamental que o custo de captura destes países seja transportado para o valor do CC nos países em industrialização, uma vez que os custos de captura tendem a ser menores nos países verdes, até porque no caso do Brasil. CCS é usado à décadas.

Esta é uma forma de diluir de forma pragmática a polêmica responsabilidade histórica e tal responsabilidade será gradativamente zerada com a implantação de tecnologias de produção/serviços sustentáveis.

Do contrário, teremos as velhas formulas que não funcionam:

A taxa de carbono:

Não é necessário ser um phd para criar o imposto do carbono. Qualquer estúpido pode fazê-lo.

Mas, certamente é necessário mais que PHD para, numa canetada coletiva, estabelecer o preço mínimo do CC com base no custo de capturar uma ton via CCS onde ela é mais cara.

[A dez anos atrás, a América Latina estava desvalorizada. Terrenos, campos, edifícios, maquinaria, propriedade intelectual, marcas e o espectro eletromagnético da região tinham um preço menor que o justificado por sua produtividade. Esses mesmos ativos, se estivessem na Europa ou nos Estados Unidos, custariam muito mais; em alguns casos, até 10 vezes mais.

Na maioria dos países, o valor de mercado do acervo de capital é de duas a cinco vezes o PIB do país. Nos países com recursos minerais, petróleo ou grandes bosques, o valor pode ser ainda muito maior. Suponhamos que, num período curto, o valor de mercado do acervo de capital de um país aumente duas a três vezes mais que o PIB. O aumento do valor dos ativos seria um faturamento igual ao PIB de um ano. Tal faturamento iria para os donos dos ativos, que estariam rapidamente mais ricos do que antes. Seus gastos aumentariam e também poderiam investir na melhoria de seus ativos. Os aumentos em gastos e investimento poderiam levar a um círculo virtuoso de crescimento do PIB e a aumentos adicionais no valor de mercado dos ativos do país.

Como aumentar o valor do acervo de capital de um país e dos créditos de carbono sem recorrer à canetada?

Não é preciso uma massiva onda de compras para aumentar os preços de mercado. Na realidade, bastam apenas algumas transações a preços mais altos para subir os preços, que são determinados pelo comprador marginal. Os preços dos ativos na América Latina são baixos por duas razões fáceis de remediar:

1) A maioria dos grandes ativos, incluindo fazendas e empresas familiares, tem apenas um dono que também é o administrador. Um comprador tem que comprar o ativo completo, além de administrá-lo. Se estes grandes ativos estivessem organizados como corporações, com milhões de ações e gestão profissional, o número de potenciais compradores seria maior porque cada comprador poderia adquirir só uma pequena fração de tudo e não teria de administrar o ativo. Quanto mais compradores potenciais para um ativo, maior seu preço. Além disso, quando os acionistas são independentes dos gerentes, pressionam por um bom desempenho e demandam faturamentos adequados. Portanto, securitizar os ativos incorpora responsabilidade e põe fim ao ócio e ao mau desempenho.

2) A maioria das companhias latino-americanas tem pouco acesso a capital e, quando conseguem, o financiamento tende a ser em forma de dívida ? geralmente a curto prazo e bastante alta ? e não de ações. Assim, a estrutura de madurez de seus ativos não se iguala à de seus passivos. As principais razões desta incapacidade cronica de afinar sua estrutura financeira são o risco-país e uma intermediação incompleta do risco e o amadurecimento. Os prêmios pelo risco-país devem ser altos, pelo perigo de contágio. Mas não se deve condenar todas as empresas da América Latina aos altos custos de capital. Os emissores podem sortear parte da penalidade pelo risco-país desenhando estruturas de dívida que protejam os fluxos de caixa dos contágios e possam despedir-se de outra parte do risco-país usando seguros internacionais. As companhias de seguros não devem temer o contágio, assim como os investidores de portfólio, conseqüentemente, não devem cobrar tanto para enfrentar esse risco.

Conseguir aumentar o valor dos ativos de um país não é impossível. Inclusive o Chile, que tem a melhor qualificação de risco e o sistema financeiro mais bem sucedido da região, poderia aumentar o valor de seus ativos significativamente sem fazer muito esforço. Uma jogada que vale a pena, pelo aumento da riqueza que significa.

"El Valor Escondido de América Latina," in América Economía, July 2001.

John C. Edmunds ]

Já os créditos de carbono estão com preços de banana porque parte significativa são negociados no balcão, quando, a exemplo de ações, devem ser leiloados no mercado aberto.

Formalmente e atualmente os EUA estão fora do KIOTO15 mas...

---------- Forwarded message ----------

From: sobrinho &mailto:lt%3Bsobrinhosj@....m>

Date: 2009/12/10

Subject: COP15 - Press Briefing December 9 - Todd Stern



Hello U. S. Team

Soon, surely, the green countries require counterpart socio-environmental, like ratify (already signed) the Kyoto Protocol as soon as possible.
This is really possible, since the U.S. had no goals and now has.
Paradigm shift / route running in record time for Barack Obama.
This counterpart socio-environmental (as required by the World Bank to invest in the green), since the green countries finance the domestic and foreign policy of the U.S..
Bush claimed, erroneously, and that Kyoto would harm the U.S. economy, to then fall in love with Brazilian Ethanol and formalize the triangulation of supply for the Americas in the Caribbean or Europe for Africa.

Now, the U.S. did not ratify the Kyoto Protocol in 2009 will harm the economy and U.S. society.
It is unwise to ignore the world when the funds for U.S. military force comes from green countries not aligned with the socio-environmental policy is not sustainable in the USA. It is possible that lacks ammunition and food in Iran.


Good luck USA.
tof2009.pdf




Press Briefing December 9Todd Stern
Special Envoy for Climate Change
Head of the United States Delegation
UN Climate Change Negotiations
Copenhagen, Denmark
December 9, 2009


QUESTION: Could there be circumstances under which you would agree to an agreement based on the Kyoto Protocol? Could you outline any circumstances under which this might happen?
MR. STERN: We are certainly not going to become part of the Kyoto Protocol. We are not going to become part of the Kyoto Protocol, so that's not on the table and I think that there are – you know, it depends what you mean exactly by an agreement - if you mean basically taking the Kyoto Protocol and putting a new title on it, we're not going to do that either. But you might – there may be provisions, there might be elements of the Kyoto Protocol that in effect are similar to what's being discussed in the context of the so-called LCA track. So I wouldn't rule that out, but we're not going to Kyoto, and we're not going to do something that's Kyoto with another name.
QUESTION: By way of following up on that a little bit. There are key mechanisms and concepts enshrined in the Kyoto Protocol that have always been presumed to be the kind of thing that could be expanded and made more ambitious as a way to make an efficient, global agreement. Trading of some kind. So when you say what you just said, are you saying that it's possible there still could be some mechanism of that sort?
MR. STERN: Sure. Yes. I mean, I think there are certainly elements of Kyoto – like you said, trading, offsets and things like
that that at least in some form would be part of an ongoing agreement.


À medida que os EUA e outros países exportaram seus processo produtivos poluidores para países verdes, os parceiros querem o comprometimento e alinhamento com os protocolos da sustentabilidade dentro e fora dos países exportadores de fábricas.Caso os EUA não compreendam esta demanda natural, e com os fluxo de capitais para o seu financiamento baseado nestes parceiros, pode haver conflitos administrados com ódio tranquilo o que certamente não é exemplo de pragmatismo para ambos os lados.



titulosusa.PNG.jpg


http://www.treas.gov/tic/mfh.txt











sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

COP15 - Press Briefing December 9 - Todd Stern


From: sobrinho <sobrinhosj@gmail.com>
Date: 2009/12/10
Subject: COP15 - Press Briefing December 9 - Todd Stern
To: aoprgsmauth@state.gov



Hello U. S. Team

Soon, surely, the green countries require counterpart socio-environmental, like ratify (already signed) the Kyoto Protocol as soon as possible.
This is really possible, since the U.S. had no goals and now has.
Paradigm shift / route running in record time for Barack Obama.
This counterpart socio-environmental (as required by the World Bank to invest in the green), since the green countries finance the domestic and foreign policy of the U.S..
Bush claimed, erroneously, and that Kyoto would harm the U.S. economy, to then fall in love with Brazilian Ethanol and formalize the triangulation of supply for the Americas in the Caribbean or Europe for Africa.

http://thomas.loc.gov/cgi-bin/query/z?c110:S.3303:
http://energy.senate.gov/public/_files/TheAmericanCleanEnergyLeadershipAc


Now, the U.S. did not ratify the Kyoto Protocol in 2009 will harm the economy and U.S. society.
It is unwise to ignore the world when the funds for U.S. military force comes from green countries not aligned with the socio-environmental policy is not sustainable in the USA. It is possible that lacks ammunition and food in Iran.


Good luck USA.


Press Briefing December 9

Todd Stern
Special Envoy for Climate Change
Head of the United States Delegation
UN Climate Change Negotiations
Copenhagen, Denmark
December 9, 2009


QUESTION: Could there be circumstances under which you would agree to an agreement based on the Kyoto Protocol? Could you outline any circumstances under which this might happen?
MR. STERN: We are certainly not going to become part of the Kyoto Protocol. We are not going to become part of the Kyoto Protocol, so that's not on the table and I think that there are – you know, it depends what you mean exactly by an agreement - if you mean basically taking the Kyoto Protocol and putting a new title on it, we're not going to do that either. But you might – there may be provisions, there might be elements of the Kyoto Protocol that in effect are similar to what's being discussed in the context of the so-called LCA track. So I wouldn't rule that out, but we're not going to Kyoto, and we're not going to do something that's Kyoto with another name.
QUESTION: By way of following up on that a little bit. There are key mechanisms and concepts enshrined in the Kyoto Protocol that have always been presumed to be the kind of thing that could be expanded and made more ambitious as a way to make an efficient, global agreement. Trading of some kind. So when you say what you just said, are you saying that it's possible there still could be some mechanism of that sort?
MR. STERN: Sure. Yes. I mean, I think there are certainly elements of Kyoto – like you said, trading, offsets and things like
 that that at least in some form would be part of an ongoing agreement.


http://www.treas.gov/tic/mfh.txt



MAJOR FOREIGN HOLDERS OF TREASURY SECURITIES                                                  (in billions of dollars)                                                HOLDINGS 1/ AT END OF PERIOD                          Sep     Aug     Jul     Jun     May     Apr     Mar     Feb     Jan     Dec     Nov     Oct     Sep Country               2009    2009    2009    2009    2009    2009    2009    2009    2009    2008    2008    2008    2008                      ------  ------  ------  ------  ------  ------  ------  ------  ------  ------  ------  ------  ------  China, Mainland       798.9   797.1   800.5   776.4   801.5   763.5   767.9   744.2   739.6   727.4   713.2   684.1   618.2 Japan                 751.5   731.2   724.5   711.8   677.2   685.9   686.7   661.9   634.8   626.0   625.2   629.6   617.5 United Kingdom 2/     249.3   226.9   219.9   214.0   163.7   152.7   128.1   129.0   123.9   130.9   132.4   133.1   112.8 Oil Exporters 3/      185.3   189.1   189.2   191.2   192.8   189.5   192.0   181.7   186.6   186.2   187.2   176.7   171.2 Carib Bnkng Ctrs 4/   171.7   179.9   193.2   189.7   194.8   204.7   213.6   189.1   176.6   197.5   205.0   203.5   169.3 Brazil                144.9   137.3   138.1   139.8   127.1   126.0   126.6   130.8   133.5   127.0   136.1   141.0   148.3 Hong Kong             132.2   124.7   115.3    99.8    93.2    80.9    78.9    76.3    71.7    77.2    70.6    69.8    65.5 Russia                121.8   121.6   118.0   119.9   124.5   137.0   138.4   130.1   119.6   116.4   108.0   110.8    99.6 Luxembourg             98.7    94.2    92.0   104.1    96.2    97.4   106.0    92.1    87.0    97.3    94.2   100.6   104.5 Taiwan                 78.1    75.9    77.4    77.0    75.7    78.3    74.8    72.6    73.3    71.8    70.2    65.9    63.0 Switzerland            68.9    68.2    68.1    71.5    63.7    64.2    67.7    68.2    62.1    62.3    63.8    62.0    49.7 Germany                53.7    55.0    56.1    53.8    55.1    54.4    54.9    56.5    56.2    56.0    53.8    53.6    51.5 Korea                  38.8    38.7    37.6    36.3    37.4    35.4    33.1    33.3    31.3    31.3    32.7    36.2    40.2 Singapore              38.3    42.0    42.3    40.8    39.6    39.7    39.1    39.3    38.3    40.8    38.7    34.0    32.2 Canada                 38.3    26.2    20.2    19.0    11.5    13.1    11.9    10.9     9.0     8.2    12.7    14.0    16.0 India                  35.9    38.5    38.9    39.3    38.8    38.5    38.2    34.6    32.5    29.2    22.3    18.3    20.3 Ireland                32.7    36.5    38.6    46.3    50.6    49.7    54.7    54.4    50.0    54.3    41.3    35.1    32.9 France                 32.1    35.0    24.6    26.0    25.9    30.6    27.1    16.8    17.9    16.8    18.4    20.5    19.3 Thailand               30.1    33.5    31.4    29.7    26.8    28.5    26.0    39.7    37.2    32.4    33.9    33.6    27.4 Turkey                 28.2    28.7    27.3    27.5    28.8    27.2    30.2    32.4    31.3    30.8    29.0    27.9    31.5 Norway                 25.2    24.7    28.9    28.7    28.3    27.5    26.2    21.1    21.9    23.1    20.2    11.5    13.2 Mexico                 22.1    27.5    27.7    29.5    31.5    35.3    36.2    37.8    34.8    34.8    33.8    32.2    32.5 Netherlands            21.3    21.3    21.5    18.9    16.3    16.5    17.6    16.1    16.8    15.4    15.6    15.7    15.6 Egypt                  20.8    20.4    18.6    17.3    18.6    18.5    18.5    19.1    16.9    17.2    16.8    16.7    15.5 Sweden                 18.3    16.7    16.5    16.5    13.0    12.7    12.5    12.7    12.4    12.7    13.1    13.5    13.6 Israel                 18.3    17.7    16.9    18.1    19.0    19.1    19.4    17.4    16.9    18.8    13.8    12.4     8.7 Italy                  17.6    16.9    17.3    16.7    16.7    16.1    16.6    16.4    15.6    16.0    15.9    15.2    11.6 Colombia               16.7    16.3    14.8    11.8    11.9    11.4    11.2    11.4    11.3    11.1    11.5    11.3     9.9 Belgium                15.0    15.6    15.7    15.7    15.7    15.8    15.4    14.5    15.5    15.9    15.3    15.8    15.4 Chile                  12.9    13.0    13.5    14.3    14.7    15.1    15.5    15.2    15.2    15.2    15.1    15.4    13.4 Philippines            11.8    12.4    11.4    11.6    11.8    12.0    12.4    12.6    11.6    11.7    11.5    12.1    12.0 Malaysia               11.0    11.2    11.9    11.7    12.3    11.6    10.6     8.4     8.0     8.4     8.8     8.6     9.4 All Other             156.8   158.7   159.5   157.5   157.6   153.4   156.5   164.8   162.3   156.4   156.1   149.0   137.7 Grand Total          3497.3  3452.9  3427.4  3382.1  3292.6  3262.0  3264.7  3161.4  3071.6  3076.3  3036.0  2979.7  2799.5  Of which:  For. Official       2369.5  2360.1  2346.2  2295.7  2287.5  2253.6  2248.6  2198.1  2165.8  2138.7  2104.1  2063.7  1981.0   Treasury Bills      597.7   607.3   606.6   571.9   586.2   530.6   542.7   521.2   486.9   457.9   427.2   360.6   276.8   T-Bonds & Notes    1771.8  1752.8  1739.6  1723.8  1701.3  1723.1  1705.9  1676.9  1678.9  1680.8  1676.9  1703.1  1704.2  Department of the Treasury/Federal Reserve Board November 17, 2009   1/  Estimated foreign holdings of U.S. Treasury marketable and non-marketable bills, bonds, and notes      reported under the Treasury International Capital (TIC) reporting system are based on annual      Surveys of Foreign Holdings of U.S. Securities and on monthly data.  2/  United Kingdom includes Channel Islands and Isle of Man.  3/  Oil exporters include Ecuador, Venezuela, Indonesia, Bahrain, Iran, Iraq, Kuwait, Oman, Qatar,      Saudi Arabia, the United Arab Emirates, Algeria, Gabon, Libya, and Nigeria.  4/  Caribbean Banking Centers include Bahamas, Bermuda, Cayman Islands, Netherlands Antilles and Panama.      Beginning with new series for June 2006, also includes British Virgin Islands.  

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JSobrinho



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JSobrinho

sábado, 21 de novembro de 2009

"O sr. quer o número do CPF na Nota Fiscal Paulista?"

Por alguns dias fomos bombardeados com a pergunta intimidativa.Talvez pelo ineditismo da proposta:


"O sr. quer o número do CPF na Nota Fiscal Paulista?"

Normalmente a resposta era "não" pois não sabia ou entendia do que se tratava.

Depois de registar o CPF "involuntariamente", percebi no portal do governo meus primeiros e modestos créditos a receber, uma forma interessante de obter "descontos" inviáveis na boca do caixa.

Claro que para muitos, paira a a neurose de cruzamento de dados que resultem em cerco à sonegação, mas asseguro que a questão é bem mais simples e tranquilizadora do que parece, ao menos para quem leu o mais recente livro do empresário, guru e louco, Ricardo Semler.

A principio não há correlação entre Nota Fiscal Paulista e crédito de carbono. Só a principio.

A engenharia computacional e o ótimo desenho do site que sustenta a pergunta básica, merece os mais densos elogios.

O governo paulista se superou!

A exemplo do poder de escolha conferido aos contribuintes com os flex fuel, os créditos de carbono, agora, irão diretamente para os proprietários de veículos flex fuel ao utilizarem etanol e tendo o registro obrigatório da placa do veículo na Nota Fiscal Paulista pelos frentistas.

Neste caso a operação é em escala federal e o governo não leva imposto, mas o isprédi de compra/venda de CC, uma vez que a economia feita com a troca do combustível fóssil pelo etanol nos carros flex fuel pode ser convertida em créditos de carbono, que será vendido para empresas ou governos estrangeiros nos países não desenvolvidos em energias renováveis onde o Brasil é caso único no mundo.

Esse é um mecanismo previsto no Protocolo de Kyoto, que estabelece metas para a redução da emissão de poluentes em todo o mundo e uma forma dos brasileiros obterem os créditos pelo avanço obtido em bioenergia e sedimentar a vantagem competitiva "da escolha" pois uma combinação de preços altos do petróleo/etanol, algo cada vez mais viável a medida que etanol caminha para se tornar uma comóditi global.

Se apenas com a alta recente do açúcar o etanol sofreu um aumento exuberante que tirou sua competitividade frente aos combustíveis fósseis, imaginem o impacto do aumento simultâneo do petróleo/etanol?

Trinta anos de Proálcool podem evaporar-se pois este risco é inerente a um cenário de complexas interações globais que fez com que o mercado financeiro/industrial, frente ao bug energético/financeiro de 2008, perdesse a capacidade de medir e administrar riscos frente às novas demandas por sustentabilidade, notadamente o ícone norte-americano General Motors que assumiu o risco de apostar por 25 anos em veículos grandes (em tamanho e consumo) e quebrar quando o preço dos combustíveis dobrou.

Transferir os créditos de carbono diretamente para os usuários de etanol reforça a estratégia ambiental e de diversidade energética, o que remete a frota de transporte público também flex fuel, uma vez que já tivemos um boom de veículos puramente à alcool na década de 80 no Brasil, um verdadeiro tiro no pé e um chute no saco, solucionado com os flex fuel.
 
A produção global de etanol tende a estabilizar (ainda que no longo, bem longo prazo) no Brasil e continuar crescendo em outros países mais verdes como Caribe ou África, portanto, o benefício fiscal (crédito de carbono aos proprietários de veículos flex fuel) pode e deve ser exportado para os países consumidores.


Se já não foi, é interessante para o evento Alcoolduto , enriquecer o gráfico "ETANOL NO BRASIL (m³)" para "ETANOL NO MUNDO (m³), preferencialmente registrando os eventos legislativos citados, a causa da mudança na demanda/produção, para que o legislativo local/global integrado, by entanol lobby, blinde a cadeia de valor contra marolinhas, mantendo o estímulo para que os projetos de plantas de etanol, hj no Brasil, só na planta, virem realidade.

http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2009/11/17/porto_sao_sebastiaao_depto_hidroviario.pdf
Igualmente, o Gráfico 3 de estudo da EPE – "Preços nacionais do Brent, gasolina ex refinaria, do álcool hidra da gasolina ao consumidor (US$/litro valores constantes)" deve ser enriquecido com o recente aumento do preço do etanol e seu respectivo pa/pg para justificar o risco eminente de aumento simultâneo do custo do etanol/gasolina que citei anteriormente, o que pode nos remeter à década de 70, ou, o segundo choque do "petroetanol", que seria mais constrangedor que o primeiro.

Neste gráfico, vemos uma tendência de alta nos custos dos combustíveis fósseis, acompanhado por um pa/pg conivente, o que não deveria acontecer por não se tratar de uma commoditie relacionada à petróleo, ou pelo menos não deveria e isso mostra a vulnerabilidade à especulação em matriz renovável que já assistimos em passado recente.

http://www.epe.gov.br/Petroleo/Documents/Estudos_28/Cadernos%20de%20Energia%20-%20Perspectiva%20para%20o%20etanol%20no%20Brasil.pdf

ANP: etanol deixa de ser vantajoso em 14 Estados

Este aumento ocorreu por pura especulação, a exemplo do ponto de inflexão global em 2008, manifesto no aumento do petróleo, quando de 2007 para 2008 a produção/consumo global foram de +0,4/-0,6% respectivamente, o que mostra que o mundo é Bmóle e Sustentabilidade se mostra mais interessante à medida que a vantagem explícita/financeira, na forma de din din (crédito de carbono) aos proprietários de FF contribui para evitar, ou minimizar o risco de aumento simultâneo de petróleo/etanol conduzido por grandes especuladores que tem o que os proprietários de Fuel Flex e cidadão da Sustentabilidade ainda não tinham:

Liquidez financeira.

http://www.estadao.com.br/noticias/economia,anp-etanol-deixa-de-ser-vantajoso-em-14-estados,453532,0.htm

http://www.blogger.com/goog_1258843357716


É importante ressaltar que créditos de carbono no contribuinte é uma transferência de renda verde, onde o Brasil é exemplo em transferência de renda social. Já o dinheiro para estes créditos verdes estão nos leilões via MDL, reconhecido pela ONU, mercado voluntário ou esverdeando IOF nos investimentos no Brasil, uma tendência contínua, crescente e constante porque temos mercado interno gigante e, ainda assim suprir o mercado externo (mais um caso único no mundo) , pois mesmo com 2% de IOF, ainda temos gordura para queimar, pois o capital é levantado lá fora à zero% juros e aplicado no Brasil a (8% - 2%IOF) 6%, logo, Sustentabilidade no Brasil e no mundo está bem servida em termos financeiros para suportar taxas de crescimento interessantes para os próximos milênios sem pânico.
 
Diferentemente do paradigma buraco de ozônio, onde os CFCs (produzido pela ICI,Du Pont, Atochem, Hoechst, Allied Chemicals) foram substituidos pelos HCFCs e produzidos pelas mesmas empresas, agora, todos os contribuintes querem os dividendos da mudança do modelo econômico sobre o mantra Mudanças .
 
Esse é o novo paradigma do mundo globalizado : Din din pra todos!

sábado, 17 de outubro de 2009

Segurança Ambiental

Sim.

Certamente na visão de 100%  dos contribuintes do planeta é "natural" que seus representantes ratifiquem o Protocolo de Kioto, certo?

Errado!

É natural, sim, que todos os contribuintes do planeta, através do debate e dos mecanismos democráticos, usem todos os meios disponíveis para que seus representantes ratifiquem o PK, formalizando sustentabilidade como estratégia público/privado.

Os títulos do tesouro dos países que não ratificaram o PK são comprados com dinheiro dos contribuintes destes e de outros países:

Uma empresa sem capital de giro, para continuar funcionando vai ao banco, fundo de investimento e consegue empréstimo se comprovar contra-partida sócio-ambiental, ou, em último caso é vendida para pagar os credores, funcionários e governo.

Os países com economia interna não lucrativa ou sem capital de giro, a exemplo dos EUA com déficit fiscal de US$ 6,6 bi/dia e déficit energético de 12 milhões de barris de petróleo/dia, emitem títulos do tesouro para emprestar dos contribuintes de outros países, com a intermediação do Banco Central, no caso do Brasil, o Bacen.

Para piorar, o Bird e o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetam uma recuperação lenta nos EUA e na maior parte da Europa, e ainda com risco de recaída na recessão e recomendam uma receita que pode matar o paciente:

Os emergentes devem recorrer mais ao mercado interno e ao comércio Sul-Sul para garantir o crescimento econômico na saída da crise, recomendou ontem o presidente do Banco Mundial (Bird), Robert Zoellick.

Ao apontar o mercado interno e o comércio Sul-Sul como solução para os emergentes, Zoellick endossou comentários formulados por economistas do FMI no dia anterior.
Fonte: O Estado de São Paulo (3/10/2009)

Banco Mundial:

A sua missão inicial era financiar a reconstrução dos países devastados durante a Segunda Guerra Mundial.

Atualmente, sua missão principal é a luta contra a pobreza, através de financiamento e empréstimos aos países em desenvolvimento. Seu funcionamento é garantido por quotizações definidas e reguladas pelos países membros.

FMI:

Sua missão é:

  • Promover a cooperação monetária internacional, fornecendo um mecanismo de consulta e colaboração na resolução dos problemas financeiros;
  • Favorecer a expansão equilibrada do comércio, proporcionando níveis elevados de emprego e trazendo desenvolvimento dos recursos produtivos;
  • Oferecer ajuda financeira aos países membros em dificuldades econômicas, emprestando recursos com prazos limitados;
  • Contribuir para a instituição de um sistema multilateral de pagamentos e promover a estabilidade dos câmbios.
  • Promover a cooperação monetária internacional, fornecendo um mecanismo de consulta e colaboração na resolução dos problemas financeiros;
  • Favorecer a expansão equilibrada do comércio, proporcionando níveis elevados de emprego e trazendo desenvolvimento dos recursos produtivos;
  • Oferecer ajuda financeira aos países membros em dificuldades econômicas, emprestando recursos com prazos limitados;
  • Contribuir para a instituição de um sistema multilateral de pagamentos e promover a estabilidade dos câmbios.

Em setembro de 2008, no auge da crise financeira internacional quando o sistema financeiro derreteu - leia-se secou o crédito:

FMI forçou políticas contraccionistas em 31 de 41 economias às quais emprestou dinheiro

6 Outubro 2009

[Paper] "IMF Supported Macroeconomic Policies and the World Recession: A Look at Forty One Borrowing Countries"

[Autores] Mark Weisbrot, Rebecca Ray, Jake Johnston, Jose Antonio Cordero and Juan Antonio Montecino

[Publicação]
CEPR, Outubro 2009

[Classificação JEL]

[Palavras Chave]

O FMI impôs políticas orçamentais e ou monetárias contraccionistas em 31 economias às quais emprestou dinheiro para fazer face à crise financeira. Isto entre as 41 que actualmente têm acordos com a instituição sedeada em Washington. A análise é do Center for Economic and Policy Research, um centro de investigação também sedeado na capital norte-americana. Na nota divulgada esta semana na página do CEPR, Mark Weisbrot, co-diretor, afirma que "mais de uma década depois da crise económica asiática ter chamado a atenção do mundo para enormes erros de política econômica do FMI, o FMI continua a fazer erros semelhantes". Weisbrot salienta ainda que "o FMI aconselha estímulos orçamentais e políticas expansionistas nos países ricos, mas tem uma atitude muito diferente para os países de rendimento médio e baixo".

Os novos planos do FMI são mais audaciosos. Na sexta-feira, o diretor-gerente do Fundo, Dominique Strauss-Kahn, disse que deseja transformar a instituição em uma espécie de banco central global, que estaria sempre pronto para socorrer seus sócios. Mas há dúvidas sobre a capacidade que a instituição teria de exercer esse papel.

Parte do problema é de ordem financeira. Strauss-Kahn reconhece que um esquema desse tipo só teria futuro se ele tivesse mais recursos do que tem atualmente. O Fundo tem cerca de US$ 750 bilhões para emprestar e Strauss-Kahn sugeriu que precisaria de mais de US$ 1 trilhão para assegurar aos países emergentes o nível de conforto que eles gostariam.

Os países em desenvolvimento acumularam nos últimos anos US$ 4,2 trilhões em reservas e acreditam que essa política ajudou a atenuar o impacto da crise sobre suas economias.
Gato escaldado......

Já o valor total de recursos comprometidos apenas pelos contribuintes de 11 países desenvolvidos, onde se originou a crise, para salvar seus bancos da falência e restaurar o crédito chega a US$ 7 trilhões ou 18,8% do Produto Interno Bruto (PIB), revela o Banco de Compensações Internacionais (BIS).


Ou seja, depois de muito esforço, o FMI conseguiu juntar US$ 750 bi insuficiente para acalmar uma marolinha, muito menos a crise iniciada em setembro de 2008, dai vem que, dada a influência que o FMI tem em todas os meios de comunicação devemos sim, usar suas dicas e fazer:

Exatamente o contrário:

Exemplo:

Quando nos recomendam o comércio Sul-Sul, já sabemos. Para isso criamos o Mercosul e mais recentemente a Unasul e vamos sim, estimular o comércio, a integração cultural, energética, logística e tudo o que mais que der no Sul-Sul e, paralelamente, motivados pela economia dow na Europa, Asia e EUA, vamos fazer o memos via Sul-Norte, Sul-Oeste e Sul-Leste, a exemplo da compra da endividada e norte-americana Pilgrim's pela JBS Friboi foi aprovada sem restrições pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
A JBS Friboi anunciou que a venda de quase 30% da subsidiária americana para um não identificado "investidor privado" tornou a aquisição possível. Segundo EXAME apurou, o tal "investidor privado" é, na verdade, bastante público: o BNDES liderou o investimento de US$ 2,5 bi na JBS americana. "A ajuda do BNDES é, sem dúvida, o fator mais importante para a JBS ter feito o que fez nos últimos anos", diz Soummo Mukherjee, analista da agência de classificação de risco Moody's no Brasil.

O mesmo vale para o setor de bio-energia, e etc, e etc, estagnados nos EUA e no velho continente, uma vez que o business-man esta a toda.
Ele é o cara!
Yes we créu!

O Departamento de Justiça dos EUA e os americanos amam os brasileiros. Como sempre, o problema é o fogo amigo!

Capital?

Capital humano com a ajuda do BNDES ou capital privado tem, o importante é colocar no campo "CEO" : sr. Brazuca. Diferencial único!

Sabemos que os EUA é um elefante, e todo elefante com fome se torna uma ameaça e "Fó" tudo onde pisa, daí a contra-partida sócio-ambiental, combinado com a entrada de gestores brazucas na sua economia, estes MBAdos e com o coro grosso depois de trucentas crises.

Não fomos ao Iraque, formalmente não apoiamos a invasão, mas, curiosamente financiamos a invasão e não exigimos nenhuma contra-partido sócio-ambiental, a exemplo de preservação do bioma humano ou bio-diversidade cultural.

Adoro Rock, mas um mundo que só toca Rock é osso!

http://www.youtube.com/watch?v=xrVShsFB40Q&feature=PlayList&p=9151708BD9849B95&index=19&playnext=20&playnext_from=PL

Um reggae vez em quando também faz bem!

http://www.youtube.com/watch?v=hPZDEOcfcUE&feature=related

A ratificação do PK pelos EUA fará toda massa crítica dos seus cidadãos (tudo gente boa) focar em fontes renováveis, a exemplo da crise do petróleo de 1970 (um constrangimento/pressão ?) que forçou os militares pacíficos no Brasil (Ernesto Geisel) a criarem o Pró-álcool, portanto, sustentabilidade, energias renováveis não tem, nunca tiveram e nunca terão conexão com a moderna concepção de meio ambiente.

Ficar fazendo o papel de "bonzinhos pacíficos" não resolve os problemas internos, muito menos externos e interligados, o vácuo de liderança sócio-econômica tem que ser preenchido, sob risco de nova onda recessiva!

Ainda na década de 70 surgiu, mais precisamente em 15 de setembro de 1971, um pequeno grupo de ecologistas e jornalistas levantou âncora no porto da cidade de Vancouver, no Canadá. A Guerra do Vietnã ocupava as manchetes de todos os veículos de comunicação, jovens pacifistas atravessavam todos os dias a fronteira dos Estados Unidos para engrossar a legião de desertores no Canadá, o rock invadia as rádios, o hippismo ditava a moda.

Tudo isso era visível nos tripulantes do "Phyllis Cormack", o pequeno barco de pesca (24 metros) alugado que rumava para Amchitka, nas Ilhas Aleutas, no Pacífico Norte, local de mais um teste nuclear dos Estados Unidos. No mastro da embarcação tremulavam duas bandeiras: a da ONU - para marcar o internacionalismo da tripulação - e outra que unia as palavras "green" e "peace" numa única idéia: a da defesa do meio ambiente e da paz a qualquer preço. O que os movia, mais do que a coragem, era uma convicção: a destruição do planeta pelo ser humano havia chegado ao ponto de ameaçar o presente e o futuro de todos os seres vivos.

Mas isso não era novidade, ao menos 200 anos,ao menos para a velha índia Cree:

"Um dia a terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos nas correntezas dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco -Íris."

Em SP os rios Tietê e Pinheiros estão sendo, lentamente, acordados.....contudo, Sustentabilidade tem a ver com as seguranças:

  1. Segurança energética:
    1. Alguns países interpretam como usar de todos os recursos, inclusive militar, para terem acesso à fontes de energia, mesmo além fronteiras, enquanto que outros focam na inteligência coletiva interna/externa para solucionarem o problema, caso do Brasil, daí a importância Geo-política da ratificação do PK.
    2. Os EUA são, juntamente com o Brasil, um dos maiores produtores de etanol e energia hidrelétrica, mas não deram o mesmo foco à questão, a exemplo da meta de chegarem na Lua, ou seja, os EUA precisam de "ajuda" externa para ajustarem o foco estratégico e não podemos nos negar a faze-lo, juntamente com outras nações e de forma pacífica, orientado por business to business.
    3. Usamos apenas 30% dos recursos hídricos, enquanto que este percentual está se esgotando ou já se esgotou no exterior.
    4. Mais de 80% de nossa energia elétrica vem da água.
    5. Temos a terceira maior fonte de urânio do planeta e posição destacada em reservas de silício, matéria prima para painéis solares.
    6. Temos a melhor base energética do planeta para energia eólica.
    7. Temos as maiores reservas de minério de ferro do mundo.
  2. Segurança social:
    1.  Iniciado com o bolsa família no governo FFHHCC, turbinada no governo LLUULLAA e sustentado pela liderança global em agronegócios.
    2. O Aqüífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo.
    3. O IBGE diz que a população brasileira hoje possui 48,4% (menos de metade) de brancos, 43,8% de pardos, 6,8% de negros e 0,9% de índios. Estes números revelam que cada vez mais construímos uma identidade própria e ultrapassamos a polêmica do passado entre os sociólogos, principalmente aqueles que nos julgavam vítimas de aspectos negativos das "raças inferiores" ainda impregnado em algumas pessoas, mas resquícios e inércia em transformação de um passado que não existe mais.
  3. Segurança ambiental:
    1. Respirar ar de qualidade e beber água de qualidade.
    2. O Tietê e Pinheiros estão dormindo, a exemplo da grande maioria dos rios e córregos das grandes cidades. Ratificar Sustentabilidade como estratégia público/privado é fundamental para reverter o quadro.
    3. Exportamos motores e diesel de qualidade, enquanto que consumimos internamente motores e diesel de qualidade inferior. Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!
    4. Todos os anos 3,5 mil pessoas morrem na cidade de São Paulo (SP) devido à má qualidade do ar. Entre 5% e 10% das mortes consideradas por "causas naturais" na Grande São Paulo são resultados de danos causados pela poluição atmosférica à saúde da população. Até 2040, cerca de 25 mil mortes estarão relacionadas à poluição do ar da região metropolitana de São Paulo.Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    5. O Pré-sal vai exigir mais 200 000 profissionais facilmente treináveis pelo Prominp, que, para fazer frente à necessidade de pessoal qualificado para o setor de petróleo e gás natural, foi estruturado, em 2006, o Plano Nacional de Qualificação Profissional - PNQP, que vem capacitando, por meio de cursos gratuitos, milhares de profissionais em todo o país. Os cursos são de nível básico, médio, técnico e superior, em 175 categorias profissionais ligadas às atividades do setor de petróleo e gás. Estão envolvidas cerca de 80 instituições de ensino em 17 estados do Brasil, com investimentos que chegam à casa dos R$ 300 milhões. Além dos cursos gratuitos, são oferecidas bolsas-auxílio mensais para os alunos desempregados, que variam entre R$ 300 e R$ 900, dependendo do nível de escolaridade, mas aqui a lição de casa é exigirmos, a exemplo de plataformas "state of art", um diesel e motores no mercado brasileiro "state of art".
    6. O Gabrielli, no 10 Encontro Internacional de Energia disse que o problema da poluição em SP (ele reconhece o problema que já é importante) é provocado pelos caminhões velhos e desregulados.
      1. Caminhões novos já - quem é o deputado/senador mais adequado a formalização do Projeto de Lei para renovação da frota nacional como ocorre na Europa e EUA? Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      2. Diesel de qualidade já - quem é o deputado/senador mais adequado a formalização do Projeo de Lei para melhora da qualidade dos combustíveis?Lição de casa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O Brasil é líder global em sustentabilidade, bio-energia, já fez e continua fazendo a lição de casa. Simples assim.

Isso gera algum constrangimento?

Sim, gera, para quem não fez e nem está fazendo a lição de casa, mas não podemos e nem devemos nos omitir em relação a eles.

O planeta esta esquentando?
Sinceramente não sei!

Uns dizem que sim e outros dizem que não. Pouco importa, pois a mecânica quântica diz que ambos estão corretos.

A distância entre o Sol e nosso planeta é de 150 milhões de quilômetros. Ainda bem, pois a temperatura lá (eu tenho fé) é de 14 999 726,8 ºC, enquanto isso a distancia de Brasília ao centro da Terra é de 6378 km, mesmo assim a temperatura por aquelas bandas é de 5000ºC!

Se correr o bicho esquenta. Se ficar o bicho esquenta. Perto disso, o aquecimento global é trote, mas ainda assim o PK é fundamental para o bom funcionamento dos astros:
  1. o bater das asas de uma borboleta no sul, causa tufão no norte!
  2. as emissões de CO2 no ocidente causa cheias no oriente?
  3. pacifistas omissos no ocidente causam mortes no oriente!
  4. por causa da poluição, meus olhos já lascaram de arder e lacrimejar ao atravessar o viaduto do chá em sampa, logo, o mundo tem que ratificar o PK (ponto de vista pessoal)
É notório que tanto a qualidade de vida quanto a própria continuidade da vida, atualmente com franca redução na taxa de crescimento global (zero em 2066), dependem diretamente do equilíbrio ecológico do meio ambiente. Tal verdade científica foi consagrada pela Constituição Federal do Brasil de 1988, que alçou no artigo 225 o meio ambiente à condição de direito fundamental. O mesmo dispositivo constitucional dispõe que é obrigação de todos zelar pelo meio ambiente – dever que inclui qualquer pessoa, desde os indivíduos até as empresas e o Estado.

Isto posto, minhas sinceras desculpas se o fiz sentir-se constrangido ou entender assim, o que nunca foi nem será meu objetivo, mas em nenhum momento minhas proposições, na verdade extensão do que já existe, são uma inovação minha.
Repito:

Estender o uso de um mecanismo largamente em uso e criados por Bancos, uma vez que estes tem visão mais longa que empresas,  pois, em última instância, são os responsáveis por nossas aposentadorias.

Para exemplificar meu foco em business e não em constrangimento:

2003 - Unibanco investe R$60 milhões Usina Termelétrica Bandeirantes movida á gás de aterro sanitário.
2004 - Inauguração da Usina Termelétrica Bandeirantes ocorreu em janeiro e  contou com a presença da então prefeita Marta Suplicy e da ministra de Minas e Energia, Dilma Roussef.
2007 - Prefeito Gilberto Kassab realiza leilão de créditos de carbono e levanta
R$ 78 milhões com metade para a Bioenergia, empresa que executou o projeto.
2008 -
Prefeito Gilberto Kassab realiza leilão de créditos de carbono e levanta R$ 74,4
milhões com 50% para a Bioenergia, empresa que executou o projeto.

Estes leilões podem continuar enquanto tiver gás para gerar energia limpa, enquanto que o Unibanco tem conta de luz reduzida. O cenário pode ser repetir pelos próximos 10/15 anos.

Defender o PK é defender isso e a vantagem competitiva do Brasil na economia de baixo carbono.

Repare nos múltiplos e alavancagem financeira do empreendimento baseado em Sustentabilidade, diferentemente de subprimes.

Vale frisar que nos últimos séculos foram acumulados riquezas e apenas nos últimos 45 anos, computando os dados do World Bank, apenas em PIB são mais de US$700 tri.
Segundo
Ano passado havia US$167 tri em ativos (riqueza acumulada) que geraram mais de US$650 tri em derivativos descolados da economia social/real exatamente pelo fato desta ser incapaz de remunerar tal montante à contento ou de forma sustentável, uma vez que a economia
real/social pouco ou nada lucrativas (somados dívidas + passivos ambientais) gera por ano US$60 tri, portanto impossível, de remunerar o capital existente, daí, a segunda explicação para a crise global, que poderia ser evitada.

Não havendo capacidade da economia real/social de remunerar o capital existente, o "normal" é acontecer crises "programadas" exatamente pelo esforço exaustivo de se tentar remunerar o capital sem sucesso resultando em crises - leia-se migração "natural" capital dos contribuintes para os sistema financeiro através de "empréstimos compulsórios", afinal, pela lei dos juros (que podem ser negativos também) , criado
por volta de 3000 a.C. e lastreado por grão e prata, o capital deve ser remunerado.

Atualmente o capital pode ser lastreado em tudo, menos sustentabilidade do planeta, o que veio acontecer com a criação dos MDL dentro do PK, portanto, temos um mecanismo de remuneração do capital baseado em sustentabilidade que pode, inclusive, custear as tecnologias de baixo carbono com juros negativos obtendo retorno com os créditos de carbono que suportam múltiplos e alavancagens nunca antes vistos.

Não se espantem, mas já existe empresa para entregar cimento produzido de forma sustentável e de graça em troca dos créditos de carbono.

Em resumo, obrigado pelo seu feed-back para meu ponto de vista manifesto no I Prêmio FEBRABAN de Economia Bancária, um foro democrático onde a FEBRABAN compila o pensamento nacional e internacional para aperfeiçoar o sistema bancário.

http://navnerv.blogspot.com/2009/09/i-premio-febraban-de-economia-bancaria.html
 
Um prêmio para a Economia brasileira. Um estímulo ao estudo das questões relacionadas ao setor bancário e financeiro. A Febraban está lançando o I Prêmio Febraban de Economia Bancária. Um novo e remodelado concurso, com significativa premiação em dinheiro e publicação dos trabalhos vencedores no principal jornal de Economia e Finanças do País, o Valor Econômico.

Neste ano marcado pela crise financeira, a Febraban propõe um amplo e aprofundado debate sobre os principais temas do setor. O I Prêmio Febraban de Economia Bancária selecionará trabalhos nas categorias ('a') dissertações, teses, papers e artigos acadêmicos e ('b') monografias de graduação, nas áreas de Regulação do Sistema Financeiro, Crédito Bancário, Rentabilidade Bancária, Bancarização, Taxas de Juros e Spread.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Baderna em Honduras

Barganha1 - EUA e Polônia ratificam o projeto do escudo antimíssil - 20/08/2008 10h26 o que de imediato enfureceu a Russia.





Barganha 1.1 - EUA cancelam projeto de escudo antimíssil para obter apoio da Russia para invadir Irã.

Barganha2 - Honduras envia soldados ao Iraque fazendo parte da força de coalizão/invazão, portanto, parceiro dos EUA.

Barganha3 - Parceiro baderneiro dos EUA envolve Brasil que apóia baderna.

Barganha4 - EUA condena baderna e negocia ordem com o objetivo de obter apoio do Brasil para invadir Irã e controlar matriz energética.

Claro, Brasil não entra nessa, porque o próximo seria a Venezuela a ser invadida e na sequência o Brasil, mas, aquela putaria na embaixada brasileira tem que acabar!

Ah, essas abelhas iratim cleptoparasitas......

http://www.youtube.com/watch?v=dHpSCHxb780